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20 de dezembro de 2014

Subculturas, identificação estética e de grupo


Vamos pensar em subculturas no seu conceito tradicional.

Fazer parte de uma subcultura é ser parte de um grupo que compartilha as mesmas ideias, sendo assim existem regras estéticas (com significados simbólicos) de identificação a serem seguidas.
Quando pensamos em subculturas como a punk, a gótica e a rock/metal, lembramos de suas origens de jovens rebeldes, contestadores, questionadores, avessos às regras impostas pela sociedade e em alguns casos, com atitudes anti-capitalistas. As roupas entravam como expressão da criatividade, uma novidade estética proposta por estes grupos que não necessariamente visavam serem “aceitos”, mas mostrarem diferença de ideias através do vestuário.
Em subculturas como a punk, gótica e metal, por exemplo, o senso de grupo é extremamente importante, o que significa que pra você fazer parte delas, além de curtir o som, dever se vestir "igual". Este "se vestir igual" é necessário porque roupa é a linguagem que estes grupos empregam para se comunicar uns com os outros indicando interesses comuns ou envolvimento com atividades semelhantes.


Calça jeans e camiseta preta costuma ser o traje oficial da subcultura metal. 
Se vestir igual, significa concordância de ideias e gosto por atividade semelhantes. 
A subcultura surgiu na classe trabalhadora, por isso esse tipo de roupa é usada. 
O cabelo longo é herança hippie e os acessórios referência punk. Mesmo com roupas "iguais", estudos sociológicos dizem que os headbangers são e adoram serem únicos!


Ser parte de uma subcultura não era simplesmente ficar com o lado divertido da vida. Era ter uma atitude heróica contra a cultura de massa. Tanto que muitos nunca tiveram empregos normais e nem vida dupla de "usar roupa careta pra trabalhar", muitos se mantiveram no underground trabalhando em lojas de roupas, discos ou na cena noturna. Mas com o passar das décadas isso deu uma mudada. As gerações mudaram. O mundo mudou. A internet chegou. O capitalismo nos abraçou. À medida que os costumes da sociedade e as gerações foram mudando, muitos punks, góticos e headbangers se adaptaram ao mercado de trabalho e amenizaram seus estilos porque tornou-se necessário ter uma participação maior dentro do sistema (o corporate goth é um reflexo dessa mudança de comportamento).

Atualmente, os jovens têm laços cada vez mais frágeis com as subculturas, as ideologias foram substituídas por estéticas vazias de significado - muitos não se interessam em saber o simbolismo da peça de roupa que estão usando. Hoje em dia é praticamente impossível criar qualquer subcultura que se coloque em oposição ao mainstream porque o mainstream se apropria dela em pouco tempo. Isso é um processo comercial e econômico. Significa que o capitalismo chegou ao ponto extremo de tornar subculturas como parte do mainstream, pelo curioso fato de que elas deixaram de fazer resistência aos valores da cultura dominante.

Se você é uma pessoa que não resiste aos valores da cultura mainstream e até os aprecia, como você pode se identificar com alguma subcultura específica?
Você não se identificará.


Por que as subculturas aparentemente deixaram de
fazer resistência ao mainstream?
Subculturas são formadas por pessoas. As gerações mudaram, estas pessoas não querem mais ser parte de um grupo, querem ser individualistas. O mainstream te abraçou com uma sociedade em que absolutamente tudo é fabricável, desejável e comprável e você aprecia e quer fazer parte dessa vida de consumo, não quer resistir à ela ou criticá-la. Numa era de selfies e likes, uma vida em grupo, gostos e atividades em comum, parece ser desinteressante para as pessoas.

É cada vez menor o interesse dos jovens de serem parte de um grupo subcultural. Estudos dizem que se este comportamento permanecer, em poucas gerações as subculturas em seu conceito tradicional estarão extintas. Será que conseguiremos reverter suas extinções?
 



A Era da Individualidade
É comum ouvir da geração que é adolescente/jovem no século XXI que eles não se encaixam em nenhuma subcultura e dizem pertencer ao universo alternativo como um todo. Ao invés da identidade de grupo há a identidade fragmentada; ninguém quer ser rotulado, o comprometimento e os laços com a subcultura são fracos, o que faz os jovens “trocarem” de subcultura quando bem quiserem; passeiam entre várias delas; ao invés de pertencerem à uma subcultura por seus valores e crenças, faz-se parte delas pelo fascínio das roupas e da imagem; a auto imagem autêntica virou um não autêntico diverso.

Essa é uma característica dos chamados jovens da geração Y ou Millennials. São jovens nascidos a partir do ano de 1979 até metade da década de 1990. Os jovens da geração anterior, a X, ainda preservavam o conceito tradicional de subculturas. Por isso, é possível ver pessoas na faixa dos 40 anos ainda fiéis à subcultura gótica ou headbanger, por exemplo. 

A modelo Lady Amaranth é gótica. Ela é do tipo de pessoa que se identificou com uma subcultura e permaneceu somente nela a vida toda, sem mudar pra outra. 
Algo raro entre a geração Y.

 
Em contraste com Lady Amaranth, jovens da geração Y se declaram individualistas e sem interesse em pertencer à uma subcultura específica e sim, ao universo alternativo como um todo. Essa identidade fragmentada se reflete nas roupas. Uma mistura de tendências moda mainstream contemporânea com moda alternativa. A garota da foto abaixo gera uma análise interessante, suas referências estéticas são as mais diversas. As roupas podem ser de lojas mainstream. Notamos referências das subculturas: Heavy Metal, Hard Rock, Pastel Goth/Creepy Cute (meias, cruzes) e cultura pop. Outro aspecto interessante é o padrão de beleza mainstream (magra, alta, loira, traços delicados).




"Sou individualista. Não quero me ligar à nenhuma subcultura pois não me interessa seguir as regras estéticas. 
Quero entrar no terreno delas com roupas muito diferentes das que elas propõem."

E quando uma pessoa quer frequentar a cena metal, mas não quer usar tacha e blusa/preta de banda? Ou quer frequentar a cena gótica mas não quer usar preto, por exemplo?
Subculturas têm suas regras estéticas que precisam ser respeitadas. Se você vai num local que é o espaço de uma subcultura, mesmo que você não seja daquela subcultura, precisa respeitar. Roupas são símbolos, é forma de linguagem, o não uso desses símbolos te leva ao julgamento como intruso, uma pessoa que não pertence àquele ambiente e nem foi convidada como exceção.

As subculturas são antes de tudo um grupo com interesses em comum. Uma roupa errada pode simbolizar discordância de ideias com aquelas pessoas. É preciso que exista um respeito ao dresscode.
Parta sempre do princípio da diplomacia: se quer ir num bar/show de metal, mas não quer usar couro e spike, respeite a subcultura, o espaço dela e use elementos neutros que não agridam aquelas pessoas (um jeans e um camiseta podem funcionar na cena metal e um vestido liso pode funcionar na cena goth!) ou simplesmente... não vá. Às vezes é preciso ter sensatez.

"Insisto! Não quero respeitar o espaço da subcultura, quero ir no show de Metal usando um vestido florido azul com rosa e verde e um sapato prateado! 
Acho que eles é que estão errados em me julgar."

É seu direito se vestir como quiser. Mas o traje que você usa sempre vai passar uma mensagem no ambiente que você entrar. Se você toma a decisão de ir no terreno de um grupo mostrando que não concorda com as regras estéticas deles, também deve que estar apto e aberto pra aceitar que poderá ser considerado um intruso e até mesmo ser hostilizado. Lembre-se que subculturas são feitas de pessoas com ideias opostas ou paralelas ao considerado padrão e que cada um dos elementos que usam tem uma simbologia/significado. 

 Subculturas são fontes riquíssimas em matéria de estudos sociológicos, antropológicos e de moda. A moda além de usada como auto expressão reflete um descontentamento com os padrões sociais vigentes através da simbologia de suas roupas.  Ainda hoje no Brasil, existe a necessidade de falar mais sobre subculturas para desmistificar muitas coisas e, ao mesmo tempo suprir a falta de informação sobre elas.


* Postado originalmente em agosto de 2014, em meu blog pessoal, importado e com texto atualizado para o MdS.
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11 Comments

  1. Realmente gostei do post, acho que é um tema super valido a ser discutido e pensado, não só pela nova geração que adere as culturas as vezes (maioria das vezes) sem assumir compromissos, mas também a membros mais radicais dentro dos grupos. Identidade ainda é um tabu..
    Parabéns pela iniciativa e coragem.

    Bom, minha singela opinião sobre tudo isso:

    1. As pessoas confundem subcultura com contra/anticultura.
    Creio que por isso que a maioria não quer assumir uma cultura que dita regras fixas (muitos dizem que é um discurso hipócrita da parte de pessoas alternativas). Acho que esse pode ser o motivo de vermos espaços sendo invadido por estéticas que não condizem com o ambiente, são pessoas confusas com o pouco que sabem e no que acreditam e acham. Claro que sei que todo mundo é livre para ir e vir, mas tem uma galera que não tem muito respeito mesmo.

    2. Esse papo de que subculturas estão sucumbindo ou vão sumir é (na minha opinião ) bobagem. Isso de que tudo não passa de modismo e vai acabar é dito desde o surgimento de qualquer coisa que vai contra a cultura dominante. Membros mais velhos engajados/ pertencentes a esse meio sabem que nem 1/4 dos jovens que dizem vestir a camisa do "alternativo" serão alternativos até o fim. Creio que o fato de muitos jovens aderirem à estética e depois largarem não é uma novidade, apesar de ainda incitar certa revolta dentro dos movimentos.

    3. Geração nascida já no período contemporâneo traz consigo questões bem interessantes como essa mania da busca de algo original mesclando elementos diversos, alegando que não há mais o que ser criado apenas recriado/reformulado/reciclado. O que para mim explicaria de fato a atitude e estética de muitos.

    4. Capitalismo sempre teve como característica acoplar aquilo que não consegue eliminar simplesmente subjugando, tentando assim normalizar um comportamento subversivo ou ridiculariza-lo dizendo que é apenas uma fase(da rebeldia) a ser superada. Acho que o que resta as pessoas pertencentes à subculturas é manter suas verdades e valores e não dar corda nem se abalar com essa tentativa de banalização que esta acontecendo.

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  2. Oi V!
    Adorei suas opiniões e pontos de vista, muito obrigada por se expressar aqui!

    É um grande mistério, ao menos pra mim e pra alguns autores, se as subs continuarão a existir em seus conceitos originais Muitos dos que hoje fazem parte delas (ou que transitam entre elas) estão apenas passando por uma fase natural de rebeldia juvenil. Quando a hora chegar, estas pessoas ficarão "normais". Poucos são os que permanecerão alternativos a vida toda.

    Eu acredito que ainda há o que ser criado, tanto que os caçadores de tendências estão sempre de olho no submundo pra justamente captar as novidades de lá antes que elas se espalhem na cena alternativa. Do submundo, direto ao mainstream. Eu penso que a geração atual está meio que adormecida, apenas aproveitando o que deixaram pra eles de herança e meio sem vontade de criar coisas novas ou de se rebelar.

    ^ ^

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  3. Por favor, escreve um livro sobre subcultura, super comprarei :)

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  4. Tenho 14 anos, e nos últimos meses ando procurando conhecer tipos musicas diferentes e etc. Recentemente conheci o post-punk e outros estilos relacionados, quanto mais conheço mais me identifico, porem ainda sou tomada pela maldição de ter nascido nessa geração, desejos consumistas, apesar de reconhecer que são idiotas, tenho q fazer força pra n acabar cedendo. E também tem essa coisa de acabar sendo influenciada pela moda, e as coleguinhas da escola. Pensei que era normal. Mas em fim, espero conseguir focar no pós punk e talvez salva-lo da extinção. tenho muito oque aprender, e esse blog esta abrindo meus olhos, pensei que sabia oque era uma pessoa alternativa por exemplo, mas na real n fazia a minima ideia. :3

    Muito bom o blog, estou aprendendo muito lendo ele :)

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  5. Eu creio que as pessoas deixem de se identificar com as subculturas porque o significado delas se perdeu em meio a tanta informação - bem como o significado de individualismo.
    Somos seres diferentes e individuais mesmo - é impossível que nos identifiquemos 100% com determinado "grupo subcultural" - mas as subculturas 'sabem' disso e abraçam isso.

    Tomando a subcultura gótica como exemplo: para ser gótico, você não precisa usar só preto, ouvir só música gótica ou pensar de forma tão melancólica quanto o tipo de arte que o gótico abraça - tem alguns signos (visuais ou não) que se você seguir, será considerado gótico - mas isso não desrespeita sua individualidade!
    Subcultura não é dogma religioso.

    Já fui à diversas "baladas" góticas onde, literalmente, senhores em terno e gravata dançavam ao som de Diva Destruction, acompanhando as letras e tudo - ninguém olhou, ninguém julgou e ninguém os considerou "corpos estranhos" em meio à tudo aquilo. Signos visuais, na sub. gótica, são importantes - mas ainda mais importante é você usá-los porque realmente gosta e não apenas para ser considerado parte do grupo.

    Eu já cai na armadilha de não me denominar gótica para que as pessoas soubessem que denominações são desnecessárias, que trata-se apenas de um rótulo - mas não faço mais isso. Agora, quando alguém me pergunta o que escuto e eu respondo - entre outras coisas - "metal extremo", normalmente sou rebatida com "Mas metal não faz parte da subcultura gótica!"; isso me abre espaço para dizer "Mas góticos não precisam escutar apenas música gótica".

    Agora, quanto ao mainstream estar sugando a moda alternativa - esse é o tipo de coisa que realmente torna as pessoas confusas, com o pensamento de que tudo se resume ao vestuário e de que tudo é descartável - mas, felizmente, essas pessoas são aquelas que mudam seu guarda-roupas com as tendências e logo esquecem algum tipo de associação visual que pudessem ter com alguma subcultura.


    Enfim, eu adoro esse texto. O li umas duas vezes em seu blog pessoal e fiz questão de ler tudo atentamente aqui, de novo rs

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    1. Ai que tudo, obrigada por ler e reler :D
      Adorei seu depoimento - como sempre adoro-os!!
      É faz sentido o que você diz, que tanto o significado de subculturas quanto de individualismo se perdeu com tanta informação imediata de todo o canto... fica até difícil de a gente, aqui do blog estudar elas!
      Subculturas não são dogmas religiosos mesmo, mas é interessante como a linha mais tradicional do metal, considera o som uma religião! Tudo é muito variável de grupo pra grupo e isso é super fascinante!! Mas note que quando você cita os engravatados, eles estavam cantando as músicas, numa subcultura, conhecer as músicas é muito mais importante do que ter o visual! Por isso não houve estranhamento sobre eles!
      Olha, eu não tenho problema de me rotular "roqueira" se for necessário, porque rótulos, às vezes são... O.o mas o rótulo trás junto consigo a questão do estereótipo, o que é um perigo!!
      Tudo bastante complexo e é interessante abrir esse espaço pra debate!
      bjss

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    2. Muito, mas muito interessante mesmo, Sana!!
      Você citou os engravatados e disse tudo!!! A música é a base das subculturas, então se eles estavam acompanhando as letras, era óbvio que os códigos de vestimenta se faziam desnecessários - eles estavam, basicamente, provando que conheciam e faziam parte daquele "grupo" ao mostrar que sabiam as músicas! Ótima observação!

      Infelizmente o mesmo não acontece com as vestimentas em si - se a pessoa estiver vestida "à caráter", dentro do estereotipo, dificilmente haveria estranhamento (mesmo que a pessoa em questão não conhecesse uma música gótica sequer, não daria pra saber antes de uma boa conversa).

      São questões abrangentes por demais e eu simplesmente adoro esse espaço que vocês abrem pra pensamentos e questionamentos aqui no blog!

      Beijões!

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  6. Li este post todas as vezes que foi postado, e como sempre ele me deu muito o que pensar. Muiiiiiito mesmo!
    Quando penso nas subculturas dos anos 70 e 80, me vem claramente lutas a favor de valores combatidos pela sociedade “normal”: ser mais do que ter, liberdade sexual, amor livre, companheirismo com o mais fraco, união com o meio ambiente, respeito pelo indivíduo e suas ideologias ou sua cor. Hoje, as subculturas lutam contra o que? Ainda lutam sozinhas? Ainda há luta? Ainda temos a luta, mas é uma luta diferente. O homossexualismo e suas vertentes estão mais aceitos (não completamente). O feminismo ganhou batalhas, mas ainda luta. O racismo existe mas hoje ele é um crime. O que vejo é uma luta por respeito pelo que a pessoa é, por valores de igualdade entre todos. E aí temos uma mistura de subculturas, pois muitos grupos lutam pela mesma causa. Lutar por uma minoria virou mainstream, ser contra uma minoria é ser do contra! Quem declara ser machista, homofóbico, racista, é colocado numa cultura totalmente a parte (Não estou defendendo a discriminação, por favor). Ou seja, lutar está na moda!
    E entramos na questão dos grupos e sua estética. Quando os grupos perceberam que lutavam por fatores comuns, e seus integrantes perceberam que não aceitavam certas imposições do próprio grupo, as coisas mudaram e se mesclaram. A internet aproximou pessoas que pensavam parecido. Góticos alegres não precisavam mais se esconder. Headbanger que não é cabeludo achou outros. Punks que queriam formar uma família sossegada mas queriam continuar na luta acharam outros. O excluído achou outro grupo. E com a mistura, se torna difícil definir as subculturas. E hoje tudo é muito rápido, a roupa determina o seu eu, mas seu eu quando jovem muda rápido e a tendência é essa. É normal para mim ver hoje um gótico de 15 anos abandonar tudo isso aos 16. São pessoas montando sua ideologia, vão experimentar mesmo. Vão adaptar o que for possível também. Acho que essa é a evolução do conceito. E muito da luta se perde e se adapta.
    Eu vejo, por exemplo, o Corporate Goth como uma mistura de protestos resultante dessa adaptação: contra a massificação dos gostos pessoais no local de trabalho, e contra o dogma que muitas subculturas tem que você não pode abrir mão nunca do seu visual completo para ser daquela subcultura. Sabemos que isso existe, e vai contra muito do que o próprio grupo defende! O pastel goth é amplamente estética, sem ideologia, mas adoro pensar na quebra de tabus ao misturar coisas fofas com coisas macabras. Fora a estética japonesa, que joga longe os parâmetros!
    Divaguei pra caramba e não falei nem metade do que pensei, pois como sempre seus posts me levam longe. Desculpa se abusei do espaço aqui hehehe

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    1. Oi Vívien!
      Mas é pra pensar mesmo! A gente gosta de fazer as pessoas questionarem os temas abordados no blog ;D
      De forma nenhuma é abusar do espaço, quisera eu que toooodos os leitores abusassem do espaço pra botar a boca no mundo!! Kkkkk

      Muito interessante seu ponto de vista mesmo, agora você que me fez pensar! Adoro essa troca!
      Eu vejo que algumas lutas do passado perderam o sentido hoje, então você precisa encontrar outra forma de demonstrar rebelião ou insatisfação.
      Eu experimentei muuuuito quanto nova mas em velocidade menos rápida do que nos dias de hoje, eu demorava, sei lá... uns 4 ou 5 anos pra mudar um estilo ou um "pensamento/ideologia". O mundo rápido de hoje torna as mudanças e adaptações mais rápidas também!

      Abraço!!

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  7. Oi, td bom gostei mt do post. Eu queria pedir permissão para usar uma das fotos desse post para o meu instagram. Pfvr preciso saber se posso usar!

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    1. Peguei as imagens em site de busca, elas não são minha propriedade ;)

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