.Moda de Subculturas - Moda e Cultura Alternativa.: Julho 2014

29 de julho de 2014

"Renda-se" - a nova coleção da Dark Fashion!

Eu ia fazer um post apresentando a nova coleção da Dark Fashion com as belas fotos do lookbook, mas conversei com a Nívia, estilista/proprietária e optei por contar como a coleção surgiu e ao mesmo tempo dar dicas de como usar as peças. É legal que os clientes saibam de onde vieram as referências e, por incrível que pareça, mesmo que falemos muito em "estilo próprio", algumas pessoas não conseguem desvencilhar a imagem de um look pronto de catálogo transferindo as peças pra um uso mais real, mais dia a dia e menos "balada".

Outra coisa que eu já havia conversado com a Nívia em outra ocasião, é sobre o fato de que as fotos de catálogo não fazem jus à beleza das peças da Dark Fashion na vida real! As peças da DF são muito mais bonitas pessoalmente do que em imagens e isso é uma coisa que me fascina.
Se vocês quiserem ver algumas peças da marca no corpo: blusinha2013 [aqui][aqui], corpete3601[aqui][aqui], saia5023.

A coleção
Era para a coleção "Renda-se" ter sido lançada antes, estava desenhada desde fins de 2013. Esse delay se deu, segundo Nívia, à dificuldade de encontrar um bom fornecedor de veludo. Passada esta fase, existia a dificuldade de costurabilidade do material, especialmente na união com a renda, unir tecidos de gramaturas diferentes não é tão simples quanto parece. Devido a este fato, algumas peças tiveram seus detalhes originais alterados e em alguns casos foram feitas de 4 a 5 peças piloto de cada até a modelagem e os encaixes dos recortes ficarem perfeitos. Ou seja, além do material usado ser um pouco mais caro, deu mais mão de obra e os valores finais acabaram por ficar um pouco mais altos que o normal, já que um pouco do material foi perdido nas tentativas de dar certo.


Acho interessante explicar isso pros leitores porque nem todos tem conhecimento de como funciona a criação de roupa nos bastidores. Em todo o trabalho de testes que um estilista tem até que a peça fique próxima do que foi idealizado. 
Os tecidos da coleção são majoritariamente: veludo irlandês, renda e viscolycra.

Do rock à sofisticação
Renda e veludo resultaram numa coleção mais luxuosa e sofisticada, remetendo a um estilo gótico mais próximo do tradicional com referências tanto medievais quanto de filmes e séries que envolvem figurinos diferenciados, como Reign e Once upon a time, deste último foi de onde Nívia criou o detalhe da cauda da blusa 2200 e da 2202, que foi deixada mais curta. 
Com esta coleção, a Dark Fashion atinge um outro nível, bem mais elaborado, ampliando assim os horizontes da marca e mostrando versatilidade criativa. 



As peças
Devido às questões já apresentadas, esta coleção tem preços que variam de R$55,00 (short), passando por uma legging de R$70,00 (você paga R$60,00 por aquelas de loja de departamento com centenas de peças iguais); um corpete de R$180 e um vestido longo medieval de veludo por R$270 - a peça mais cara.

Vestidos:
Medievalíssimo e dramático, esse vestido remete àquela imagem do gótico tradicional. Misterioso, elegante e sofisticado.


Os três vestidos a seguir são tão versáteis que eu sugerira que todas as meninas tivessem ao menos um dos três. Por um motivo muito simples: são estilosos e atemporais. Pode ter certeza que em cinco anos eles ainda estarão "na moda". Fora que vão pra um passeio, um namorico, um jantar, uma festa (pessoal sempre comentando que não tem roupa alternativa pra uma festa mais chique, olha as opções aí!), formaturas, casamentos que permitem pernocas de fora como os civis... mas basta colocar um coturno que eles já ganham ares mais rebeldes! 
Necessários, sim ou sim??


Bata com os recortes tipo os da blusinha2013 mas com manga longa e leve cauda.
Como usar: não precisa necessariamente ser com legging, pode ser com uma calça justa preta ou com uma saia lápis pra equilibrar a silhueta. 


Essa já é uma blusa mais fashion, mais ousada, novamente, se você encara um estilão, usando com legging fica um arraso, mas com uma calça preta justa ou uma saia lápis ela vai facinho pra eventos e festas mais chiques. A transparência a deixa dramática e a peça em si chama a atenção pelo estilo único!


Bolero de renda... é preciso dizer algo? Necessários pra usar num dia fresquinho. O legal são as costas em veludo que oferecem uma proteção. Mais uma peça atemporal que não sai de moda!


Este é o único corpete da coleção. Maravilhoso! 
Uma peça de estilo que é ao mesmo tempo sofisticado e alternativo.


Blusa 2026 e saia 5005: conjuntinho perfeito e jovial da coleção. Feitos um pro outro rsrs! 
Blusa: além do aspecto rebelde elegante que oferece usada em conjunto com a saia; sozinha ela segue o mesmo esquema das outras peças: vai pro trabalho, pra um passeio, pra um jantar... e também é atemporal.
Já a sainha tem um detalhe em tecido com estampa damasco vermelho, é o tipo de peça que se o usa o verão todo por ser estilosa e fresquinha!



Mais uma saia que vai do rebelde ao chique! Basta mudar os acessórios e os tops e terá mais uma peça versátil no guarda roupas! Uma meia calça escura com um sapato alto com bico mais arredondado te leva com ela pra lugares elegantes e com uma meia arrastão ou um coturnão, você vai num show de rock.



Leggings
As três leggings da coleção possuem 3 níveis: básicona (a toda preta em veludo) que vai pra todo canto; a de renda só na frente - que engana quem te vê só de costas. Esta, no caso, se usada com uma bota e uma minissaia, de frente fica com aspecto de meia calça. E por fim, a calça de veludo com recortes de renda (deve dar um belo trabalho costurar rsrs), a mais elaborada de todas e a mais estilosa.

 

Chegamos ao shortinho. E aí você me pergunta: como usar?
Eu vejo ao menos três possibilidades: 
- como short mesmo, investindo numa blusa legal e/ou o usando com uma meia calça daquelas fio 20, ou rendada e uma bota. Ou com uma arrastão criando um visual mais punk e agressivo.
- como peça de praia. Dar um passeio à beira mar e/ou usar pra praticar algum esporte na areia.
- como uma underwear chique, protegendo suas partes do vento. Imagino ele usado por exemplo por baixo da sainha de damasco vermelho.
Possibilidades existem, vai da criatividade de cada um inventar usos! Não se prendam à limitações estéticas.


Deixei essa blusa meio pro fim porque já estou a considerando uma peça  icônica da marca. Parece uma simples blusa de veludo com amarração frontal mas sai uma cauda de renda da barra até o chão!! \o/
Dramática e arrasadora!
Com a legging, a cauda disfarça o quadril e também a imagino sendo usada com uma saia mais reta, preta e simples. Na última foto ainda há a sugestão de ser usada como um manto, é uma opção interessante...

 

Casacos: dois modelos adequados pro nosso inverno - ainda mais pra quem mora no sul e na serra.
O primeiro na verdade é uma blusa estilo fraque. Diferente e bem estilosa! Novamente a imagino com uma calça/legging ou uma saia justa.
Já o segundo modelo é mais "simples" mas não menos estiloso, é uma peça que vai pro trabalho além do lazer. O detalhe traseiro que se abre em pregas é bem interessante.


E finalmente, a loja também lançou novos acessórios e calçados. Selecionei como destaques uma gargantilha com rosa e pingos negros e uma bota de cano longo com salto quadrado e amarração traseira.


 E vocês, o que acharam da nova coleção? Já tem suas peças preferidas?


* Publipost

27 de julho de 2014

Look: Stooge + seja você mesma! (be yorself!)

E aí? Vocês estão curtindo o friozinho que tem feito ultimamente?
Nos últimos dias, peguei temperaturas bem agradáveis! Dias de sol mas com sombras frescas e até mesmo lindos dias nublados, fiz muitos passeios. O mais legal de tudo é que eu tive ótimos momentos de autoestima e usei as roupas que eu quis sem me importar com os outros me encarando. Não sei se já abordei aqui mas eu passei alguns dos últimos anos me vestindo mais "normal", tanto pra evitar olhares quanto por cobranças por causa da idade. Apelei pra um estilo mais retrô que é super socialmente mais aceitável! Mas eu estava ficando infeliz e não sabia exatamente o porquê, até que eu me dei conta que eu sentia muita falta de usar as roupas que eu realmente queria, meus pretos básicos, meus spikes e não estar nem aí pros outros. Não estar nem aí por estar "produzida demais pra essa hora do dia ou pra esse lugar".
O que vale mesmo é eu estar bem na minha pele e no meu estilo. Isso não tem preço!

Vestido e Touca: Stooge
Presilha mão de caveira: Sweet Style
Meia calça: Le Café Shop
Bolero de tricô: Renner
Gargantilha, pulseira, cinto de elástico, meia 5/8 e Lita inspired de marcas aleatórias e acervo pessoal de alguns anos (especialmente a gargantilha que tenho desde que era adolescente).



>> Translation <<
So, how are you doing? We are in winter here in Brazil and it has done a few cold days and pleasant temperatures. Cold sunny days and even beautiful cloudy days. I did some small tours with the extra time I spent out of internet. The coolest thing is that I had great moments of self-esteem and wore the clothes I wanted without caring about others staring at me. I do not know if I've discussed here before but I spent the last few years wearing more "normal" clothes to to avoid the looks of strangers and because I´m not a teen anymore, so people says I should dress "as my age". I appealed to wear a more retro style that is super socially acceptable! But I was getting unhappy and didn´t know exactly why, until I realized that I miss wearing the clothes I really wanted, my basic blacks, my spikes and not caring about what the others thinks of me!
Cap and dress: Stooge store
Skull hand clip: Sweet Style shop
Tights: Le Café Shop
Bolero: Renner (brazilian department store)
Choker, bracelet, elastic belt, 5/8 socks and Lita inspired from random brands and personal collection of a few years (especially the necklace I've had since I was a teenager).

24 de julho de 2014

As joias fúnebres de Danielle Nicole Hills

É difícil se deparar hoje em dia com algo que lhe prende a atenção. Numa indústria onde quase tudo é reinterpretação, as pupilas se dilatam quando um trabalho fora do comum é descoberto. Sorte a nossa, pois se ainda há poucos criadores nesse planeta, uma parte está na cena underground e alternativa.


As criações da americana Danielle Nicole Hills têm um conceito singular. Definidas como “surrealista-macabro, aninhado entre os mundos da moda e arte”, a joalheira dá feitio as suas obras em materiais como, bronze, cobre, osso, látex e vidro.
Danielle revela em seu portfólio que desenvolveu um estilo pessoal onde combina “formas elegantes, faro teatral e um toque de brutalidade”. Pode se ver também uma apreciação de figuras icônicas e uma relação íntima com a forma humana.


A cantora Sasha Gradiva usando o exclusivo Gum Arm no Grammy 2012:

As coleções de sua marca, Gilding Primal Instinct, apresentam temas que fogem ao tradicional, e podem ser considerados para alguns, de extrema excentricidade. Então, não espere encontrar modelos simples e de gosto convencional.
Colar com aparência de vértebras, anéis, pulseiras e máscaras com dentes, brincos e anéis de garras, pingentes de frasco coberto de líquido com aspecto de sangue, são alguns exemplos por onde passa sua imaginação. São produções totalmente conceituais. Ou avant-garde, como enfatiza o site.


Mesmo com a controvérsia dos objetos, a “joia-arte” conseguiu forte destaque em 2013, quando Lady Gaga fez uma aparição com a pulseira de dentes na boca, e não no braço. A grande mídia quis saber quem estava por trás da criação e assim a ourives teve mais visibilidade, que antes, era só oferecida pelo meio alternativo.


Uma reflexão para finalizar: será que as peças de Danielle teriam reconhecimento se ela fosse brasileira? Com a informação de moda chegando tão rápido no país, por que muitos ainda não conseguem aceitar o inusitado? 

21 de julho de 2014

Minissaia: a peça mais revolucionária da moda completa 50 anos!

Por alguns ela (ainda) é considerada vulgar, indecente e deselegante. Mas o fato é que ela já se tornou um clássico da Moda. Uma peça de roupa que incomoda tanto só poderia mesmo ter nascido e se firmado entre os rebeldes: a mini saia! Nós, que já nascemos acostumadas à elas, talvez não imaginemos o quanto as minis foram revolucionárias.

Uma breve história
Após a segunda guerra mundial, a chamada geração Baby Boomer vivia numa Londres de efervescência cultural e de mudanças de costumes. O rock n' roll, a psicodelia, a pop art e os hippies eram alguns dos movimentos que surgiam. A jovem inglesa Mary Quant (que completou 80 anos em 2014) é considerada a criadora* da mini saia. Mary era fã do carro "Mini" e por isso a saia recebeu este nome. Desde os anos 1960, devido à Swinging London, Londres é considerada a capital da cultura pop e da moda para o mundo todo!
* o francês André Courrèges, inventor do vestido trapézio, também é considerado o criador da mini saia. Em 1965 ele lançou a "Mod Collection". Yves Saint Laurent e Pierre Cardin também fizeram coleções com a mini na mesma época.

Mary Quant diz que foram as próprias garotas de King's Road que inventaram a peça, que era fácil de vestir, simples e juvenil. Você poderia se mover livremente, pular e correr atrás do ônibus. Mary diz que apenas começou a fazer a barra na altura que as garotas queriam: bem curtas!

Mary Quant nos anos 60 e atualmente

Naquela época, havia todo este espírito libertário no ar, as mulheres revelaram seus joelhos e coxas pela primeira vez, o que foi visto como um sinal de rebeldia e emancipação.

Twiggy, modelo símbolo da Swinging London, viva com minis! O corpo magro entrou em voga para as mulheres da época para contrastar com os corpos rechonchudos de suas mães e avós. Um rompimento com as gerações anteriores consideradas antiquadas. Uma nova geração, novos hábitos, novo corpo!



Coco Chanel, uma mulher que em sua juventude foi à frente de seu tempo, quem diria, não aprovava as minis! Atualmente, a marca Chanel tem Karl Lagerfeld como diretor artístico desde 1983, e ele é um especialista em saias curtas. Karl cutuca, dizendo que Chanel, aos 80 anos, estava fora de moda e não entendia os anseios da nova geração! Outros dizem que ela não gostava de ver jovens no comando da Moda da época...

A Revolução
Antes da mini saia, a roupa era usada para esconder as mulheres de "apetites" masculinos, só que tais roupas não eram práticas e dificultavam os movimentos. A mini vinha como uma opção rápida e prática de se vestir, tornando a moda  mais divertida e decretando a morte da austeridade convencional.
Símbolo do feminismo da época, a mini saia, era uma forma de se rebelar, de reivindicar a sensualidade e a sexualidade. Isso, é claro, desagradava os pais das garotas que as proibiam de usá-la. Mas não tinha jeito, elas simplesmente pegavam seus vestidos e os cortavam!
A mini era algo tão novo que quando a peça  chegou aos Estados Unidos não havia um mercado pronto para recebe-la, mesmo assim, a juventude americana estava igualmente fascinada e ansiosa pela liberdade, buscando roupas menos rigorosas e uma elegância ousada.


A saia chegou a ser proibida em países como a Holanda, houveram protestos contra ela na França. Mas também houve protestos de mulheres exigindo o direito de usá-las! Uma peça que ganhou comoção popular porque mostrava um pouco mais do corpo feminino, sempre considerado um "objeto" a ser resguardado, já que os velhos hábitos diziam para as mulheres se vestirem de modo "decente", afinal elas passavam de ser propriedade dos pais para logo a seguir serem dos maridos. Demorou uns bons anos pros tabus caírem, a revolução de maio de 1968 ajudou nesse processo.



A Mini Saia hoje
Pelo fato de ser curta, muitos a associam à vulgaridade, o que de certa forma não é certo. A vulgaridade (assim como a elegância) é muito mais ligada à gestos e atitudes do que à uma peça de roupa específica.
Se nos anos 60, os corpos magros rompiam a geração baby boomer com a de seus pais, atualmente já está mais do que provado que todos os tipos de corpo podem usar a peça, mesmo as mais gordinhas [como mostramos aqui, aqui e aqui].
Usada com leggings ou meias calças, torna-se uma peça menos sexy e ousada, ao mesmo tempo que simboliza uma ambiguidade: liberdade + repressão.

Embora tenha sido um símbolo do feminismo e logo a seguir uma vítima do machismo - é comum dizerem que mulheres não devem usar mini saias porque elas não são peças "corretas" ou "são vulgares" ou ainda que "facilitam o estupro" e mais "n" motivos (todos ruins!) - nos dias de hoje, por ter se tornado uma peça clássica, ela já perdeu muito de suas conotações originais, se tornou uma peça ambivalente e até mesmo de militância, já que o feminismo atual luta pra que mulheres tenham direito de usar a roupa que quiserem sem serem julgadas ou atacadas. 

A Mini Saia nas Subculturas
Ao longo das últimas 3 décadas, a mini saia e as subculturas mantém uma relação estreitíssima! Se na década de 1960, a mini tinha fama de revelar e libertar os movimentos das mulheres e ser parte da cena Mod, na década de 1970 ela saiu um pouco de voga pra dar lugar às saias longas e esvoaçantes.

Mas em fins dos anos 70 e começo da década de 1980, elas retornam ligadas à cena punk e hard rock.

Garotas Punks: Mini saia e meia arrastão.
garotas punks


Catwoman, Poly Styrene e Ari Up: nas garotas punks a saia curta é desconstruída, 
tem influência fetichista e ganha ares agressivos.


Na cena hard rock oitentista, as mulheres assumiam sua sensualidade!

Logo a seguir, nos anos 90, reaparece na moda grunge, com seus vestidos camisola e no estilo Kinderwhore (com referências à moda dos anos 60). A saia curta da época misturava inocência e agressividade...


... no fim da década ganha status de sofisticação, muito bem ilustrada no filme "Clueless - Patricinhas de Beverly Hills". Poder, autoridade e segurança também foram associados à uma super mulher de sexualidade agressiva, popularizada pelo Girl Power das Spice Girls.


Na cena rock mais pesada: Kittie no fim dos anos 90 e no começo dos anos 2000, Amy Lee:


PJ Harvey ousa com uma mini saia de vinil!

Desde a década de 90, Shirley Manson é conhecida por usar saias e mini vestidos no palco.

A punk Broody Dalle, costuma usar calças, mas quando resolve mostrar as pernas usa vestidos de barras bem curtas!



Elas também são muito populares na cena punk atual. Nina Hagen é fã da peça!
 

Algumas mini saias de lojas góticas. Uma mini fica normalmente na altura da metade das coxas, seja ela com cós alto, médio ou baixo. Outra coisa que a caracteriza - especialmente nas saias de cós baixo - é ter entre 10 e 30cm de comprimento.




 Cyber Goth!


Em tempos atuais de retorno à feminilidade, a mini saia nunca esteve tão presente, mesmo na masculinista cena heavy metal já vemos diversas mulheres quebrando as barreiras estéticas da subcultura. Quando as cantoras começam a usar determinada peça de roupa, pouco depois as fãs tendem a imitar o estilo.

Cristina Scabbia, Liv Kristine, Sabina Classen, Sharon den Adel; Angela Gossow (saia curtíssima!), Grog, Liv Jagrell, Lzzy Halle.

E você? Também acha que as mini saias revolucionaram? Gosta/usa a peça?

*Texto feito baseado em pesquisa das autoras do blog. Se forem usar trechos ou como referência, citem o link como fonte pra não ter problemas com os direitos autorais ;)

20 de julho de 2014

Sorteio: Coloração Candy Color!

Tem sorteio na nossa fanpage do Face!
O Moda de Subculturas junto com a loja Sweet Style estão sorteando uma coloração Candy Color à sua escolha! 


 
Acessem:  http://goo.gl/ovtiBZ
Para participar basta seguir as regrinhas: 
- Curtir a fanpage da Candy Color https://www.facebook.com/candycolorbr/timeline 
- Curtir a fanpage da loja Sweet Style https://www.facebook.com/Sweetstylestore?ref=ts&fref=ts 
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- No Facebook do Moda de Subculturas, clicar no aplicativo PROMOÇÕES (Yes Ganhei) e participar do Sorteio Candy Color.
- Compartilhar a imagem do sorteio no face publicamente. 

A vencedora (ou o vencedor) poderá escolher a cor que quiser! 
Se você quer saber mais sobre a história da Candy Color e a loja Sweet Style, basta acessar: http://goo.gl/z8b0dG"

O sorteio será dia 20.08.2014


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