.Moda de Subculturas - Moda e Cultura Alternativa.: Psicose: o clássico livro de suspense de Robert Bloch

5 de abril de 2016

Psicose: o clássico livro de suspense de Robert Bloch

Acredito que muitos devem conhecer uma famosa cena do filme Psicose, onde uma cortina se abre e uma moça grita, enquanto vemos a sombra de uma pessoa empunhando uma faca acompanhada de uma perturbadora música estridente.
O filme, dirigido por Alfred Hitchcoch é de 1960, na época, o cineasta comprou os direitos autorais do livro homônimo e recolheu-o do mercado para que as pessoas não o lessem e soubessem do final do filme. E é sobre o livro, escrito por Robert Bloch e lançado em 1959 que vou falar hoje. O autor se inspirou no caso do serial killer Ed Gein, obcecado por cadáveres e pela própria mãe, para escrever essa história.  A última vez que o livro Psicose foi lançado aqui no Brasil foi em 1964! A DarkSide Books agora trás a obra literária ao acesso de toda uma nova geração (e velhos fãs).


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Psicose conta a história de Norman Bates, um homem na faixa dos 40 anos, tímido e solitário que vive à sombra de uma mãe dominadora. 
"A verdade é que lhe falta iniciativa. Nunca teve a menor iniciativa, não é, garoto? Nunca teve a iniciativa de sair de casa. Nunca teve a iniciativa de arranjar um emprego, ou de se alistar no Exército.
Nem mesmo de arranjar namorada..."

Norman vive numa pequena cidade na Califórnia, administra o Motel de beira de estrada que leva seu sobrenome e mora numa casa na colina ao lado da hospedaria.
Paralelo à história de Norman Bates temos Mary Crane, uma mulher na faixa dos 30 anos que viveu uma vida de privações e muito trabalho. Mary vive com a irmã Lila, trabalha num escritório e tem um relacionamento à distância com Sam Loomis, um pequeno empresário que deve muito dinheiro à seus credores. Loomis diz que só se casará com Mary no dia que ele pagar todas as suas dívidas, pois não quer que o relacionamento deles seja prejudicado pela falta de dinheiro. Ele crê que em dois anos consiga pagar tudo o que deve e aí sim, pedir Mary em casamento.
Numa determinada sexta feira, Mary fica com a responsabilidade de depositar 40 mil dólares em dinheiro de uma transação imobiliária e ali vê a possibilidade de se apoderar do dinheiro e entregá-lo a seu namorado, podendo ele quitar as dívidas e se casar com ela o mais breve possível. Alegando dor de cabeça, ela consegue sair mais cedo do trabalho, pega o dinheiro e parte de carro, atravessando alguns Estados para ir ao encontro do namorado que nada sabe sobre sua decisão. 


Mary passa um dia viajando por uma estrada alternativa à principal, até que na noite tempestuosa decide parar na beira de estrada se hospedando no isolado Bates Motel sob um nome falso.


Lá, Mary Crane conversa e janta com Norman Bates e ouve dele reclamações sobre sua mãe dominadora e sua vida triste e solitária. Ela então sugere à ele que interne sua mãe, o que o magoa profundamente. 

Mary Crane: "O senhor é um homem adulto. Com certeza compreende que não se pode esperar que se comporte como criança pelo resto da vida (...) e se a mandasse... para uma instituição?
Norman Bates: "Ela não está louca!"

Um pouco atordoada pela conversa e com dor na consciência por ter pego o dinheiro, Mary se arrepende e decide que voltará para casa e entregará o dinheiro ao banco. Mas naquela noite no hotel, ela é assassinada. E nos vem à mente aquela famosa cena no chuveiro com aquela música perturbadora. Seu corpo então, é desovado e as pistas de sua presença no local são limpas.


Na semana seguinte, o escritório onde Mary trabalhava nota a ausência da funcionária e do dinheiro e coloca um investigador particular em seu encalço. Ao mesmo tempo, preocupada com o sumiço da irmã, Lila Crane parte para o interior da Califórnia atrás de Sam Loomis na esperança de que Mary esteja com ele. A partir daí, a trama parte para descobrir sobre o desaparecimento e assassinado de Mary e a responsabilidade dos Bates sobre isso.

Não vou prosseguir pois vai se tornar spoiler, mas a leitura é rápida e fácil, com reviravoltas intrigantes, seguindo sem enrolações de forma bem dinâmica. Garanto que o final é muito surpreendente ainda mais quando pensamos que é uma obra publicada na década de 1950! Pra evitar mais revelações, vou falar da publicação!


Psicose - Limited Edition

O livro saiu em duas versões, uma capa branca em brochura e a Limited Edition de colecionador com uma capa preta meio "aveludada", letras em vermelho vibrante e páginas com um lindo design gráfico com cenas do filme.




Sei que muitos já assistiram ao filme, quem não viu ainda eu não recomendaria que vocês vissem o filme antes de ler o livro por mais que eu adore Hitchcock! Um livro sempre nos abre as portas para as coisas que o autor escreve e descreve, dando asas à nossa imaginação. E um filme já te dá uma cena pronta, com pessoas de características físicas que nem sempre batem com a do livro e daí quando você ler o livro vai teimar em associar com os cenários dos dos filmes... Então, passem na DarkSide, acessem os links de venda e conheçam a obra como Robert Bloch a idealizou e depois se esbaldem na obra cinematográfica também! ;D

"Todos nós ficamos um pouco loucos às vezes"


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1 Comment

  1. A Darkside sempre arrasa nas edições e escolhas dos títulos. Não tenho nem palavras para dizer o quanto eu amo essa editora mais... rs
    A resenha ficou ótima!
    bjin

    http://monevenzel.blogspot.com.br/

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