Destaques

18 de março de 2019

Entrevista com Sofia, proprietária da marca Spookies - #10anosModadeSubculturas

Como vocês devem estar acompanhando no nosso Instagram, este ano o blog comemora 10 anos de existência. Criei a #10anosmodadesubculturas para registrar todos os nossos posts comemorativos de aniversário, como é o caso de uma série de entrevistas que estou realizando com as lojas parceiras! Uma forma de vocês saberem mais sobre as quem são as pessoas, as ideias, os processos de criação e várias outras coisas que ficam por trás dos looks! =)

Vamos começar com a entrevista com a Sofia, proprietária da loja Spookies, onde o nosso cupom de desconto é SUBCULTURAS.




Sofia, quando e como começou a sua imersão pela cultura alternativa?
Sofia: Desde a adolescência quando percebi que meu gosto era um pouco diferente do que todas as minhas amigas curtiam, assim despertou meu gosto pelo alternativo desde: filmes cults, música e moda.

Conte-nos quando decidiu trabalhar com o segmento alternativo e ter sua própria marca. Você tem alguma formação na área de moda?
S: Sou jornalista e ao me formar fui trabalhar com jogos eletrônicos, pude viajar o mundo todo trabalhando em campeonatos gamers e conhecer um pouco mais sobre a cultura alternativa, ver que lá fora muita coisa era diferente, isto reacendeu uma vontade adolescente de trabalhar nesta área. Demorei uns 3 anos para amadurecer a ideia e planejar com gostaria que a Spookies nascesse.




O que você vendia no começo era diferente do que vende atualmente? Sei que agora você cria micro coleções temáticas lançadas ao longo do ano... 
S: No inicio da Spookies tinha a ideia de trabalhar com mais estampas corridas próprias, seria uma marca com estamparia diferentona mas com o passar do tempo fui conhecendo as “spookies" e vendo que elas procuravam algo com uma influência mais gringa. Fui moldando o meu sonho com os sonhos das meninas. As mini coleções vieram para sempre ter novidade e contar uma história sobre as peças e sobre as criações, tentar mostrar um pouco de como aquelas roupas foram construídas.


Como é seu processo de criação, de pesquisa e referências para desenvolver as peças? É seu gosto pessoal, um "feeling"... há alguma influência da estética das subculturas?
S: O processo é feito muito naturalmente são as músicas que ouço, os filmes, as pessoas que andam na rua e tem um estilo diferente, os livros ... O processo de criação está acontecendo todos os dias seja em pequenos insights ou em um desfile de moda.

É relativamente recente a venda de  peças plus size (acima do tamanho 44) em lojas alternativas nacionais. A Spookies desenvolve estes tamanhos também? Você já fez alguma pesquisa de público a respeito desse tema?
S: Trabalhamos já com modelagens mais inclusivas, o nosso P é maiorzinho e assim vai, o nosso GG veste tranquilamente uma menina que usa 48, e para as meninas que não se encaixam nas nossas medidas, fazemos peças sob medida. A ideia é que todas se sintam bem com seu visual.




Quais são as suas dificuldades como empresa pequena para se manter em funcionamento? Quais os pontos altos de ter uma marca alternativa?
S: As dificuldades são que você como dona de uma marca pequena, faz quase tudo é a estilista, compra o tecido, pensa na campanha de marketing, olha o que está vendendo ... enfim mil tarefas para uma só pessoa mas agora a Spookies já tem alguns colaboradores que ajudam muito neste processo. E os pontos altos são ver pessoas se aceitando, vestindo momentos incríveis, se sentindo melhores com elas mesmas. Enfim, não tem nada mais gratificante que fazer parte de uma cadeia de trabalho que recompense bem e valorize as pessoas.

Qual sua análise sobre o mercado alternativo no Brasil?
S: Comparado com o que via há 5 anos fora do Brasil ainda é muito atrasado mas vejo um crescimento lindo acontecendo, muitas marcar surgindo, influenciadoras, acredito que o cenário está crescendo.


Como é a visão da marca sobre consumo consciente e questões de sustentabilidade? Vocês já praticam ou tem algo em mente para o futuro?
S: Desde o início procurei levar para a marca os valores que acredito, por isto, que toda nossa cadeia de trabalho é bem remunerada desde as pessoas que são nossos colaboradores como parceiros, valorizamos o trabalho de todos da nossa cadeia. Uma forma que vimos de impactar menos o meio ambiente é ter um estoque mais enxuto, algumas peças são produzidas após a compra do cliente.
Busco sempre tecidos e formas de estampar que não agridam tanto o meio ambiente. Todos nossos produtos são veganos, mesmo porque eu sou vegetariana também, mas a ideia é sempre evoluir e procurar novas maneiras de ser melhor não só para a comunidade alternativa mas para a sociedade como um todo.

Uma das questões que o blog aborda é sobre manter o estilo alternativo quando adulto. Você sente ou já sentiu alguma pressão para mudar de estilo por causa da idade?
S: Eu realmente não ligo de mostrar e ser como sou, as pessoas que me veem não pensam que tenho 35 anos, e realmente não me importo, mas nunca sofri preconceito porque sempre trabalhei em áreas que “aceitavam” este meu estilo.



____

Espero que tenham gostado dessa entrevista com a Sofia, mais uma das nossas super garotas empreendedoras! E a dica extra é: acompanhem a Spookies nas redes sociais porque toda semana rola algum cupom de desconto novo! (com mais desconto que o nosso cupom hehe!) 




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28 de fevereiro de 2019

Última Quimera: Darks, maquiagem e consumismo na cena gótica compõem as mais recentes edições do zine

Última Quimera é um zine dedicado a informações sobre a subcultura gótica, criado por Freon (Sad). O zine tem a proposta de trazer conteúdo aberto e diverso a todos que se interessem pela subcultura, sendo uma alternativa ao caos de informação que as novas tecnologias e as mídias sociais trouxeram ao dia a dia. 

Fomentar a prática de leitura tem sido algo muito difícil pra quem lida com produção de conteúdo sobre cultura alternativa. Embora muitos acessem a internet para ler textos, projetos impressos ainda enfrentam grande resistência. Muitos esquecem que estes projetos não tem fins lucrativos e que o retorno para que o trabalho prossiga e cresça está no ato de adquirir essas publicações impressas para que elas se autofinanciem. Esse é um hábito/uma cultura que lutamos desesperadamente para criar entre os alternativos brasileiros: sair um pouco da internet, do virtual, e colocar as mãos (literalmente) num material criado pensando em você! Para ter aquele momento único de concentração. Esse 'contato físico' entre criador de conteúdo e leitor alvo, não pode se perder. 



Vou comentar aqui sobre o conteúdo da edição 3 e da 4 e aqui está o link da resenha das edições anteriores. Ao fim do texto tem as informações sobre como conseguir a sua edição.

A edição #3 trás na capa um homem carregando duas pesadas sacolas, uma contendo 'felicidade' e outra 'identidade', essa edição encerra a trilogia inicial sobre o crescimento da subcultura na atualidade e o resgate da memória da história do gótico brasileiro.



Logo na primeira matéria, "Antro - A memória perdida do gótico brasileiro", Freon comenta sobre essa casa noturna quase esquecida que funcionou no bairro da Aclimação em SP.


Mas o foco desta edição é sobre consumismo na cena gótica, e o ótimo texto da Coconut Sioux sob o título "Shadow over Substance - O fantasma do consumismo na subcultura gótica" reflete um tema recorrente nos debates virtuais: a subcultura gótica está perdendo sua identidade original sendo esvaziada e reduzida a um mero estilo ou tendência de moda?  





A seguir, Everton Alves tras o texto "A linguagem profana do corpo" aborda a performance, a linguagem corporal e o culto a Tanatologia.
O último texto do zine é um texto meu, "O esvaziamento ideologico e estético das subculturas", onde trago na verdade uma tradução de texto escrito por Joshua Ellis onde o autor fala sobre como era ser alternativo antes da proliferação da internet e como se desenvolve o processo da apropriação do mainstream das culturas alternativas.


O zine finaliza com a já habitual lista com dicas de bandas, desta vez com a produção gótica japonesa.


A edição #4 trás na capa Dark x Post Punk - Resistência/Existência, em sua introdução, a suposta decadência da cena gótica brasileira em contraponto com as diversas iniciativas recentes das boas coisas que estão por vir, como eventos, projetos, bandas, festas valendo citar o Sebo Clepsidra, um espaço precioso em São Paulo para a produção literária gótica.



A matéria de abertura escrita por Freon, é um tema que me interessa muitíssimo e que adorei a leitura, trata-se do texto "DARK - O protogotico brasileiro", onde o autor explica porque a primeira geração gótica brasileira ficou conhecida sob o nome de "os darks". 


A lista de bandas trás os lançamentos góticos de 2018 e Kei Hrist dá um show na matéria "Muito além dos tutoriais - A importância da maquiagem na subcultura gótica". Fugindo da onda dos tutoriais da internet, a autora aborda o histórico das origens da maquiagem gótica!



O zine termina com um novo espaço dedicado à recomendações de livros, filmes, quadrinhos e discos. Como notaram, essa edição possui apenas duas matérias mas são matérias contendo 5 páginas cada uma com informações preciosíssimas. A edição #4 se tornou um daqueles materiais referência pra guardar e consultar!

A Última Quimera é um zine gratuito e sem fins lucrativos, mantido com recursos pessoais dos editores e colaborações eventuais dos apoiadores. Devido aos tempos difíceis em que vivemos, uma contribuição opcional de R$2,00 ajuda a manter a produção. Para contribuir e adquirir suas edições, basta contatar a equipe. E se você mora fora de SP capital, pode adquirir pagando os custos de envio.
Facebook: Última Quimera Zine




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17 de fevereiro de 2019

"Two Witches" - Ensaio plus size com Vultus Persefone e Nayara Eccentric

Muito se fala de representatividade plus size, as iniciativas de atender esse público em termos de moda alternativa vem crescendo. Nesta postagem agradeço as influenciadoras Nayara Soares e Rafaela Ivo por cederem as fotos que fizeram para um ensaio de moda.


As peças usadas pelas meninas foram feitas sob medida pela Dark Fashion, loja parceira desde o início do blog (ou seja, há 10 anos), que é uma das poucas lojas brasileiras que desde o seu surgimento oferece peças em tamanhos maiores sob medida. Antes, nem todos percebiam esse fato por ser uma informação escrita no site e não visualmente divulgada através de fotos. Fato que mudou alguns anos atrás e desde então em todos os ensaios da marca uma modelo plus é fotografada. Vale ler a entrevista com Nívia sobre a produção de peças plus size na loja.


Para este ensaio, a mineira Nayara @nayarasoares_eb foi ao Rio Grande do Sul fotografar com Rafaela @vultuspersefone sob as lentes de Jéssica Godoy @jscgdy num belo dia nublado. O ensaio que poderia ser chamado de "Eccentric Perséfone", união do nome dos blogs/canais "Eccentric Beauty" de Nayara e "Vultus Persefone" de Rafaela, mas escolhi nomeá-lo de "Two Witches" pois é o que me veio a mente ao ver as fotos. :)


Tenho grande admiração por estas duas mulheres que há muitos anos comunicam moda alternativa e estilo de vida com muita autenticidade. Elas garantem suas identidades num país onde as moças brancas e de curvas suaves ainda são as que mais agregam seguidores.

Adorei essa foto!!

Pense por um momento em uma influencer brasileira plus size que tenha mais de dez mil seguidores no Instagram e seja alternativa de apelo mais dark, mais punk, mais gótica, mais heavy metal... (eu realmente aceito indicações!!)
É difícil responder, né?
Eu citaria a vampiresca @the_lady_darkness e a dark pin-up @barbiedolixao que está quase lá! Mas ser punk, gótica ou headbanger e ainda por cima ser plus size não parece ser algo muito em evidência ainda.


Vemos iniciativas no uso de modelos plus em lojas alternativas e ensaios de coleção, o que ajuda as garotas a se tornarem mais conhecidas e as lojas adquirirem mais clientes. Mas num geral, as modelos de lojas ainda são brancas, populares e dentro de certa normalidade corporal, variando entre magra ou com curvas "aceitáveis". Há muitas nuances no mercado alternativo, especialmente no que se refere à formação de imagem de uma marca, onde algumas lojas podem não querer serem associadas diretamente a pessoas gordas.


Há muito tempo tenho esse blog e me orgulho de, em 2012, quando mal (ou não) se abordava a moda "plus size" no Brasil, publiquei dois artigos sobre o tema: Moda Alternativa Plus Size e Estilo Alternativo Plus Size. Nestas matérias usei exemplos de modelos e marcas estrangeiras, pois não havia ainda exemplos no Brasil. Coincidência ou não, logo depois destas matérias irem ao ar, algumas lojas alternativas nacionais passaram a usar modelos plus em ensaios e desde então isso vem ocorrendo com alguma frequência. Não posso confirmar que o blog teve alguma influência nisso pois nenhuma destas lojas nos citou diretamente, mas acredito, pela quantidade imensa de acessos que estas postagens tiveram, que alguma semente foi plantada em algum lugar! Foi justamente na virada de 2012 para 2013 que o tema da moda plus size começou a pipocar no mainstream e as mulheres se engajaram a exigir mais representatividade.


Em 2015 alertei para a importância de lojas virtuais utilizarem modelos plus size nesta postagem. Um tempo antes entrevistamos a modelo alternativa brasileira Litha Bacchi que atua na Inglaterra por não termos quem entrevistar por aqui. E o meu post afirmando que gordas podem usar listras sim foi um sucesso! E logo depois vimos reproduções deste tema no mainstream!


Só temos a agradecer que muita coisa mudou a respeito de moda e representatividade plus size no meio alternativo embora ainda haja muito a ser desenvolvido. E pra mim, estas duas influenciadoras, Rafaela e Nayara, já conquistaram seus lugares neste processo, pois fazer história não se resume só a números mas também a atitudes!



Conto com vocês no enaltecimento destas duas damas sombrias:



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8 de fevereiro de 2019

Dark Fashion: Conheça "Dreams", a coleção que mistura fetichismo e elementos medievais

Está no ar na loja Dark Fashion a nova coleção, e tudo que eu senti ao ver as novas peças foi uma mistura de nostalgia e uma admiração tremenda pelo talento criativo da estilista e proprietária Nívia Larentis. 

Já comentaram comigo que as peças da Dark Fashion parecem "muito básicas" que falta aquele toque elaborado nas peças. Eu discordo. Eu não chamaria as peças "muito básicas", mas sim, peças que extremamente usáveis no dia a dia. De que adianta gastar pra comprar uma roupa alternativa que você não vai conseguir usar em várias situações? Diversas peças da Dark Fashion permitem isso, já que ao contrário do que muitos possam imaginar, faz parte do trabalho da estilista planejar a coleção e fazer uma mistura de peças menos elaboradas e outras mais elaboradas para que todas possam intercambiar entre si. Quem conhece um pouco de modelagem, sabe que algumas peças da marca embora de longe pareçam "simples", de perto possuem toda uma técnica de estudo para aquele modelo ter dado certo. Além disso, todos sabemos que peças super elaboradas são mais caras e de uso mais restrito, a própria estilista comentou sobre isso numa entrevista que fiz com ela e que você pode ler clicando aqui. E caso você seja plus size, esta entrevista também é bastante esclarecedora. E vale lembrar que a marca também tem peças com tecidos com proteção solar

Comprar peças que ficarão a maior parte do tempo guardadas? Com certeza esta não é a filosofia da marca!

DREAMS
Em meados do ano passado a loja lançou a primeira parte da coleção Dreams, como bem ilustrado nesta postagem dedicada a seu lançamento. Lá, podemos ver uma coleção com traços outonais. Porém a coleção de agora, é a versão 'verão' da coleção. E há algum tempo não me encantava tanto com as criações da Nívia! Quando eu escrevi que essa coleção  me despertou nostalgia, foi porque vi naquelas peças um estilo que me fez lembrar da loja em seu início! Isso aconteceu pela coleção ter bastante peças em cirré, este tecido de aspecto brilhoso e elementos fetichistas como os harness, também há bastante peças que lembram a moda do período medieval, com mangas largas e caimentos fluídos. Essa junção de fetiche + medieval, deu a esta coleção uma estética única, algo maravilhoso de se ver numa época em que vivemos uma massificação de estéticas alternativas, onde diversas lojas vendem peças iguais ou muito parecidas, a Dark Fashion continua oferecendo para nós o melhor conceito de moda alternativa: peças criativas, produzidas em pequena escala e diferenciadas. 

Fique agora com as imagens da coleção, que pode ser acessada neste link. E não deixe de babar pelo maravilhoso vestido medieval ao fim do post! <3














Ah, e o vestido medieval, peça antiga da loja, ganhou nova modelagem no fim do ano passado! <3



E você, o que achou da coleção? 
Conta nos comentários!


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28 de janeiro de 2019

Coleção cápsula Vampira + La Femme En Noir e LunatiCK Cosmetic Labs

Em 2018, completou-se os 10 anos de falecimento da atriz Maila Nurmi, intérprete da personagem Vampira. De lá para cá foram lançadas algumas coleções em homenagem a famosa Glamour Ghoul, entre elas está uma recente com a marca La Femme En Noir.

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Criada por Micheline Pitt, a marca fez parceria com Coffin Joe, atual detentor dos direitos autorais da horror girl, onde trouxe uma coleção que revisita todo o figurino de Vampira, trazendo às admiradoras a possibilidade de obter o look igual ao de sua inspiração. O último a ser lançado, e o mais esperado, foi o icônico Bat Glasses, versão contemporânea dos óculos de morcego desenhado pelo pintor americano Edward Melcarth em encomenda à Peggy Guggenheim nos anos 50.

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Segundo a Galeria Safilo, Melcarth confeccionou outros pares sendo um deles levado para Los Angeles pelo fotógrafo Man Ray, da qual deu para Maila Nurmi e assim usando os óculos para montar Vampira, tornando-se uma das representações da personagem. Além do acessório, dois modelos de vestidos foram reproduzidos junto com o famoso maiô preto utilizado em imagens de praia ou piscina. Pelo fato da coleção exclusiva possuir um valor alto (só os óculos custam 125 dólares!), foram desenvolvido produtos com preços mais acessíveis, como camisetas com dois tipos de estampas e uma ecobag.

A marca Lunatick Cosmetic também comemorou a data e lançou uma paleta de maquiagem inspirada em Vampira! Eles já tinha feito parceria com Elvira, que noticiamos na época, e agora a Glamour Ghoul é a mais nova a entrar no time.


Lembrando que a Kreepsville 666 possui há um bom tempo uma licença exclusiva de blusas, bolsas, broches, boné, leque, máscara para repouso e até toalha de praia da Vampira! E ainda temos um cupom de 13% desconto com a marca: SUBCULTURAS. ;)

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Vampira-kreepsville-666-broches


Que tal fazer parte da Vampira's Ghoul Gang???



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