.Moda de Subculturas - Moda e Cultura Alternativa.

11 de agosto de 2017

Moon Black: Horror Cult, Ocultismo e Rock (+ cupom de desconto)

Vampira, Morticia, Elvira, Nancy Dawns e ocultismo são temáticas bastante em voga na moda alternativa. Percebendo interesse do público nestas figuras cults, a marca Moon Black surge como mais uma opção de loja alternativa ao fãs de horror, rock e misticismo!


A marca que viria a ser a Moon Black começou suas atividades em 2011 oferecendo serviços em malharia. Mas a paixão pelo rock falou mais alto e deu-se início a um trabalho de serigrafia em camisetas, que rendou oportunidades de vendas em feiras e eventos de motociclismo e carros antigos na região de Itatiba/SP.


Fã de filmes de terror, ao divulgar algumas peças na temática, a proprietária Patricia recebeu ótimo retorno nas redes sociais e percebendo ali um nicho, mudou o nome e direcionamento da marca, deixando de ser confecção prestadora de serviço e passando a investir em criação específica para a marca Moon Black que nasce em 2016 e aos poucos está fortalecendo sua identidade. 


Com alguns anos de estudo e genuíno interesse em bruxaria e ocultismo, a empreendedora percebeu em fóruns alternativos, um público buscando por peças nesta temática e ali viu a oportunidade de divulgar seu trabalho, ampliando o catálogo da marca para ocultismo, misticismo, as Horror Queens, filmes Cults, além de camisetas de bandas.


Surgiu então uma oportunidade de parceria com o blog, e a loja deu aos leitores do Moda de Subculturas um cupom de desconto!

Use o cupom SUBCULTURA em
qualquer compra na loja para ter 10% off


As peças da marca tem valor bem acessível. No ato da compra você tem até sete opções de modelos à sua escolha (baby look, camiseta F/M, regata e vestidos) e deve escolher também o tamanho (P ao GG).


Outra coisa legal é em alguns modelos encontrar a história do objeto da estampa, como exemplificado na camiseta bola de cristal.



Terça-feira postei no Stories fotos e vídeos do pacote com presentes* da marca. Já tirei fotos com todos os produtos que recebi e vou postá-las no Stories do nosso Instagram durante toda esta semana! Então nos sigam  para ver as peças <3 

https://www.instagram.com/modadesubculturas/
Fotos e cena do vídeo que postei no Stories comentando sobre as peças!

Comentem dizendo se gostaram dos produtos e se já compraram na loja! Quero conhecer a opinião de vocês! E não esqueçam de usar nosso cupom de desconto! :D


Esta é uma postagem publicitária. Significa que a loja apoia o trabalho do blog Moda de Subculturas contribuindo financeiramente para a manutenção do site e a criação de novas postagens. Patrocine uma postagem também!
* As peças foram enviados como cortesia.


Acompanhe nossas mídias sociais: 


Pedimos que leiam e fiquem cientes dos direitos autorais abaixo:
Artigo das autoras do Moda de Subculturas.
É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.


4 de agosto de 2017

Conheça o trabalho de Ed Karvalho que mistura DarkArt e subculturas musicais

Para que uma cena alternativa se mantenha - qualquer que seja ela - é necessário que seus admiradores tenham algum nível de engajamento nos projetos nacionais, seja frequentando clubes, comprando livros e música, lendo zines, compartilhando links, etc... E como blogueiras de um site de temática alternativa, sempre que possível apresentamos o trabalho de pessoas que merecem ser reconhecidas. Não nos importamos com quantidade de seguidores e sim com qualidade do trabalho, veracidade no que é proposto, criatividade, identificação e talento.


Inspiração gótica: Edward Mãos de Tesoura e Robert Smith.
https://www.instagram.com/edart86/

Há um mês descobrimos a arte de Ed Karvalho, que mora no norte do Brasil, no Amapá. O artista faz um estilo conhecido como DarkArt, onde horror, macabro e gótico se juntam em imagens belas e assustadoras, mas ao contrário dos mais famosos representantes desse estilo, Ed tem uma abordagem diferente, o que nos fascinou foi o toque mórbido, irônico e divertido de seus desenhos que ilustram subculturas musicais e elementos cults!  


Ed acabou de lançar seu perfil artístico no Instagram 
e convidamos nossos leitores a segui-lo.


https://www.instagram.com/edart86/
Arte em homenagem ao blog!

Fechamos parceria com o Ed e o trabalho dele será constantemente divulgado aqui no blog, incluindo desenhos criados exclusivamente para nós com foco na estética das subculturas! 
Quando pedi à ele desenhos de peças de roupa alternativas e vi o maravilhoso resultado, me lembrei de como temos poucos ilustradores trabalhando como designers de estampas em marcas. Ou criando a arte publicitária de marcas alternativas. E criando layouts de blogs... Que legal seria se nós juntássemos esses mundos fortalecendo um o trabalho do outro!  Vocês também podem contatar o Ed e encomendar desenhos com ele, seja para seu site, blog, marca, revista, trabalho de faculdade...


https://www.instagram.com/edart86/


Com vocês, as palavras de Ed:
"Eu sou um ser barroco. Um contraste extremo de sombra e luz. E isso é transferido para a minha arte. Eu desenho o meu mundo e o entorno dele. É um submundo. Uma arte underground, marginal, displicente. Faço apenas o que me agrada. Flerto com o rock, com a subcultura, com o cult, com a moda, com o cinema antigo, com a filosofia existencial. Oscilo entre a euforia e a depressão e meus desenhos refletem isso. Não tenho grana para pagar modelos, então fotografo minha namorada ou eu mesmo a frente do espelho fazendo certa posição para não assassinar muito a anatomia em minhas ilustrações.  Não me considero profissional, aliás, nem sei se pretendo ser."

https://www.instagram.com/edart86/


"Passei oito anos sem desenhar com frequência e agora, na fase mais negra de minha vida, o desenho me veio como um alívio para o peso da vida. Certo dia disse a minha namorada que eu sabia desenhar. Ela pediu que a demonstrasse. Fiz-lhe então uma caveira e ela disse que tinha personalidade, que era diferente. Passei a partir desse incentivo a voltar a desenhar todo dia. Comecei a fazer versões caveira de astros do rock que morreram, sempre com uma dose de humor ácido: Lemmy, do Motorhead, virou do Motordead. Kurt Cobain virou Kurt SkullBain e disse “Come as you died”. Jim Morrison transformou-se em Jim Mortisson e disse “put out my fire/ Close the Doors”. Aí vieram outras ideias e muitas frases em inglês, por ser uma forma mais fácil de me comunicar com o mundo. Quem procurar no meu Instagram vai até achar mensagens cristãs (risos)."


https://www.instagram.com/edart86/


"A parceria com o Moda de Subculturas me foi vital para um novo desafio: Associar minha arte sombria às “sombras” da moda underground. Por quê não? Do nada vi que eu poderia levar jeito para desenhar uma Dr. Martens, uma peça em vinil... E estou prestes a confirmar minha primeira parceria local, assinando uma grife de camisetas com minhas ilustrações.
Que venha o mundo, que agora eu levantei do meu Caixão!"


Espero que tenham gostado da arte do Ed!
Os desenhos com foco na moda das subculturas estarão em breve por aqui! Não esqueçam de apoiar o trabalho dele, seja fazendo encomendas, compartilhando o post ou seguindo no Instagram: @edart86




Acompanhe nossas mídias sociais: 

Pedimos que leiam e fiquem cientes dos direitos autorais abaixo:
Artigo das autoras do Moda de Subculturas.
É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.

31 de julho de 2017

A influência das Subculturas nos Animes

Um dia pensava sobre quais teriam sido as minhas primeiras influências subculturais, porque muita gente me pergunta isso, sempre se referindo à bandas de rock ou outros estilos musicais. Pensando sobre isso, me dei conta que as minhas primeiríssimas influências foram os animes, que permearam minha infância e adolescência.

Sailor Mercury, de Sailor Moon

Sim, os animes! Aquelas animações japonesas que são super populares hoje em dia. Só que nem sempre foi assim... gostar de animes e mangas 15 anos atrás era carregar um estigma de excluído e esquisitão, principalmente se você fosse adolescente, visto que os animes eram vistos como “coisa de criança”. Os eventos para fãs eram raros, muito espaçados e se descobrissem que você frequentava-os, era bullying e perseguição na certa. Fazer cosplay (se vestir como os personagens dos animes, é bem popular nos eventos até hoje) e alguém fora no círculo descobrir, era enterrar completamente a sua vida social.

Hoje isso mudou completamente! Os animes são populares entre a gurizada, se eles não assistem, ao menos conhecem e sabem do que se trata, visto que atualmente há muita informação disponível sobre isso. Os eventos se multiplicaram de norte a sul do país, virando um negócio que move uma quantidade considerável de dinheiro (visto que os primeiros eventos do tipo no Brasil nem ingresso cobravam!). Ninguém precisa se envergonhar por fazer cosplay e há animes de todos os tipos disponibilizados atualmente na tv aberta, na fechada, na internet e no Netflix.

Shun, Cavaleiros do Zodíaco

Acredito que isso se deve à iniciativa das redes de televisão aberta, que após o estouro de alguns animes como Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon, Guerreiras Mágicas de Rayearth, Dragon Ball – todos da falecida TV Manchete – resolveram investir pesado nesse segmento, e bem, funcionou.

Mas onde estão as influências subculturais nos animes? Bem, primeiro, nos cabelos! TODO anime tinha alguém de cabelo colorido! Era praticamente uma coisa “normal” - como vemos nas imagens que ilustram a postagem. Se ninguém tinha um cabelo berrante em algum anime, isso sim era de se estranhar.

Trunks, Dragon Ball Z

Ayanami Rei, Neon Genesis Evangelion



Nana, Elfen Lied

Lucy, Guerreiras Mágicas de Rayearth

Os exemplos são infinitos! Depois quando me perguntam porque eu gosto tanto de cabelos coloridos, eu paro e penso: sim, toda a minha infância foi recheada de heroínas e guerreiras de cabelos coloridos. Não tinha como não gostar.

Existia também a questão das roupas: eram muito loucas, pelo menos para os nossos padrões ocidentais. Até os uniformes escolares japoneses e roupas tradicionais eram estilizados. Nós queríamos nos vestir todos os dias como esses personagens, e por isso boa parte dessa galera foi para os cosplays – você podia ser um personagem desse pelo menos por um dia. Após conhecer as subculturas nos damos conta que podemos nos vestir assim sempre – basta querer.

As roupas maravilhosas de Card Captor Sakura 



Vampire Princess Miyu: 
uma versão atualizada de um kimono


Influências góticas na Dark Chii, de Chobits, e na Black Lady, de Sailor Moon

Para as mais discretas, tinha o visual “garotinho” da Pan, 
 de Dragon Ball GT:
E o visual andrógino da Haruka Tenoh, de Sailor Moon.
Os exemplos aqui são infinitos também, tem para todos os gostos. Antigamente era complicado encontrar também roupas estampadas com temas de anime, e hoje tem até loja especializada nesse tema. 
Existe também uma influência de via dupla: os animes influenciaram a moda subcultural, mas a moda subcultural também influenciou – e muito! – os animes. Os casos acima, personagens como a Dark Chii e a Black Lady demonstram bem isso. Mas o melhor exemplo são as obras de Ai Yazawa: Princess Ai (baseado na vida de Courtney Love), Paradise Kiss e Nana. Já tem um post sobre esses trabalhos aqui e a influência de Vivienne Westwood neles. Dessas obras de Yazawa, a que mais me toca é Nana, por causa da estética punk e do enredo trágico. 


Teria muito mais exemplos para colocar, mas estes já são bem ilustrativos. Acredito que os animes tenham sido a primeira referência subcultural de muita gente, e lembro também que foi o primeiro tipo de música que eu me liguei. Música para mim era música de anime, não fazia a mínima ideia que existiam outros tipos de música que eu fosse gostar (risos!).
 

Então é isso! Eu queria saber também quais foram os animes que os leitores utilizam como inspiração de moda, porque certamente faltaram centenas nesse post. Escrevam aí!!



Autora: 
Nandi Diadorim. Historiadora e professora na rede municipal de ensino no Rio Grande do Sul. Guitarrista em uma banda de punk rock. Cachorreira, gateira, vegetariana, feminista...em suma, a incomodação em pessoa.




Artigo de Nandi Diadorim em colaboração com o blog Moda de Subculturas. É permitido citar o texto e linkar a postagem. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia do autor. É proibido a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos; a seleção e as montagens das imagens foi feita exclusivamente para o blog baseado na ideia e contexto do texto.


Acompanhe nossas mídias sociais: 

23 de julho de 2017

KILLSTAR x MARILYN MANSON: Coleção Nova e Cupom de Desconto

A Killstar acabou de lançar a segunda coleção em parceria com o cantor Marilyn Manson. E nós, como parceiros da marca não podemos deixar de divulgar! Todos os leitores do blog tem direito a cupom de desconto pra usar em qualquer compra na loja:

-> Cupom de Desconto/ Discount Code: SUBCULTURAS <-




A primeira coleção da marca com o cantor foi um pouco decepcionante para quem esperava algo mais "weird", afinal, Manson é conhecido por ter um visual único que utiliza elementos do grotesco. Ele literalmente assustava pessoas na rua quando apareceu na década de 1990! Parece que mesmo simplinha, focando mais nos logos da banda, a coleção agradou e abriu caminho para esta segunda colaboração, desta vez achei as peças bem mais interessantes.




Logos e capas de álbum continuam sendo estampas, camisetas de bandas sempre foram o básico do visual roqueiro, com valores acessíveis, mas na Killstar elas ganham um status de grife focando no público fã da marca e fã do cantor. Além de que, com o tempo estas peças virarão item de coleção.


A Killstar já pode ser considerada uma marca com turma fiel de seguidores, fãs do conceito e do estilo de criação. 

E justamente por causa do dólar alto é que fazemos questão de oferecer um cupom desconto aos leitores, é uma forma também de agradecimento por nos acompanharem <3

E vocês, gostaram dessa coleção?



Acompanhe nossas mídias sociais: 

Artigo das autoras do Moda de Subculturas. É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.

13 de julho de 2017

Dark Pin-ups/Retrô Goth: Procuramos voluntárias para responder questionário de pesquisa / "Dark Pin-up" Research questionnaire

Há tempos leitores me pedem artigo sobre o fenômeno estético das que chamamos informalmente de "Dark Pin-ups" ou "Retrô Goth" (termo cunhado no Brasil pela Erika Saad quando possuía o blog Black Baroque), no entanto, por ser algo relativamente recente -  embora as características estéticas já existam em outras subculturas - não encontrei nenhum estudo que falasse sobre essa "tribo" contemporânea. O estilo, surgido no exterior, está crescendo bastante aqui no Brasil e se tornou necessário para analisá-lo como fenômeno regional.

Para que possamos saber mais sobre suas origens históricas, estéticas e apresentarmos um material bem fundamentado em uma pesquisa e consequente criação de artigo, desenvolvi um questionário e preciso que meninas adeptas ao estilo se voluntariem à respondê-lo. Se você é adepta, se conhece alguma menina no estilo e se sente à vontade para nos ajudar, responda as perguntas e compartilhe com  elas este post, ou o link direto: https://goo.gl/forms/isDRnoAFgK8nA9f52

English: "Dark Pin-up" Research questionnaire https://goo.gl/forms/kLDCaeAdPB9IsyMo1

Agradecemos muito a ajuda! <3

Fonte: Marie Devilreux


Acompanhe nossas mídias sociais: 

Pedimos que leiam e fiquem cientes dos direitos autorais abaixo:
Artigo das autoras do Moda de Subculturas.
É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.

7 de julho de 2017

GOTHIC STATION: Campanha de financiamento coletivo para a segunda edição

Todos que apoiaram ou se interessaram pela primeira revista gótica brasileira, a GOTHIC STATION, vão ficar felizes em saber que já está ativo o projeto de financiamento coletivo para a segunda edição!

https://www.catarse.me/revista_gothic_station_2


A primeira edição teve como tema principal "Famílias Góticas", a segunda vem falando sobre uma característica da população brasileira: a diversidade étnica e como isso está presente na subcultura. Na primeira edição eu trouxe um artigo sobre a influência da Era Vitoriana na Moda Gótica e na segunda edição, o tema será a estética Medieval! Veja mais sobre a revista clicando aqui nesta postagem de apresentação.
Se você está interessado na primeira edição, pode comprá-la aqui pela loja ou adquiri-la junto com a segunda edição num dos pacotes do financiamento.


GOTHIC STATION
É a primeira revista brasileira impressa sobre a subcultura gótica, com artigos e reportagens sobre nossa realidade local e também sobre o que acontece no universo gótico mundial possuindo 48 páginas coloridas. Com o crescimento da população gótica no mundo todo e especialmente no Brasil, nada mais justo do que o surgimento de uma publicação direcionada à esse público.
A revista tem autoria de Henrique Kipper que aos 47 anos frequenta a cena gótica paulista desde 1990, é ilustrador, quadrinhista e professor de letras, escreveu o livro "A Happy House in a Black Planet: Uma Introdução à Subcultura Gótica", além de duas edições dos quadrinhos de humor gótico "Mondo Muerto". Com sua esposa Flávia, que é psicóloga e frequenta a cena Gótica desde 1995, o casal produz eventos desde 2004 e são DJs especializados em tendências góticas e darkwave, tendo produzido festas conhecidas em São Paulo como o Projeto Absinthe, Gotham City e o atual GOTHIC.

COMO APOIAR
Dessa vez vocês tem 40 opções de pacotes que incluem também camisetas, CDs, livros e quadrinhos com valores a partir de R$29,00 já incluindo o frete.




Imagem com alguns dos pacotes.

Aos que acham que falta apoio na cena para que esta continue se desenvolvendo, chegou a a hora então de apoiar este projeto nacional.  Se não tem cena gótica na sua cidade, sem problemas! A revista possui um conteúdo informativo e diversificado, promovendo mais conhecimento e conscientização, não importando em qual região do Brasil você viva os temas abordados são de interesse geral da subcultura. Você pode apoiar a cena nacional sendo um gótico solitário no interior. :D
É uma delícia poder pegar a revista e folheá-la quando quisermos, consultando ou compartilhando com os amigos.
Além de que, ao apoiar o projeto estará também apoiando o meu trabalho ♥

Se você por algum motivo não vai colaborar, compartilhe o projeto! Mostrar para mais pessoas que ele existe já é uma baita ajuda!!

https://www.catarse.me/revista_gothic_station_2

Vejo todos vocês na segunda edição! ♥




Acompanhe nossas mídias sociais: 


Artigo das autoras do Moda de Subculturas.
É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.

3 de julho de 2017

Moda Alternativa Japonesa: o fim da revista Kera Magazine e da Gothic & Lolita Bible

Em fevereiro deste ano, foi anunciado o fim da revista japonesa FRUiTS que era focada no street style alternativo do distrito de Harajuku em Tóquio. O motivo do fechamento segundo seu editor, Shoichi Aoki, foi a gentrificação do bairro e o consequente desaparecimento dos jovens alternativos estilosos do local. No fim de março foi anunciado a finalização de outras duas importantíssimas publicações de moda alternativa, a KERA e a Gothic & Lolita Bible (uma lenda), o que partiu o coração de fãs ao redor do mundo.

Antes da internet, a forma de conhecer mais sobre moda alternativa era através de revistas que divulgavam lojas e tendências. E estas duas publicações são icônicas.

japanese-street-style-magazine
KERA, fevereiro 2015 / Gothic & Lolita Bible #40

A KERA surge em 1998 focada em rock e moda punk, cada edição trazia além de editoriais de moda, fotos dos estilos de rua. A última edição foi em maio. Já a Gothic & Lolita Bible era publicada desde 2001 focando em um público específico, direcionada à subcultura Lolita e seus subestilos e trazendo moldes de roupas. O músico e estilista Mana foi um dos mais famosos divulgadores da publicação.

Mana nas páginas da Gothic & Lolita Bible

Ambas as revistas tiveram grande responsabilidade no desenvolvimento da moda alternativa japonesa ao redor do mundo. De lá pra cá apesar das mudanças no mundo, da "virtualização" de tudo, estas publicações ainda eram referência para admiradores do street style de Tóquio.

alternative-fashion-street-fashion
Páginas da KERA mostrando a diversidade estética da moda de rua japonesa.

Ao contrário da FRUiTS que praticamente acabou - seu autor está apenas divulgando fotos em sites -, a KERA acaba sua versão física e se torna digital, ou seja, deixa de existir fisicamente e agora só existe virtualmente; já a GLB está suspensa e sua última edição foi na primavera japonesa. Dizem que hoje existem mais Lolitas fora do Japão do que dentro dele, sendo a China o novo ponto da subcultura. A mídia tem buscando formas de expressão nessa nova sociedade rápida de informações onde noticias se tornam obsoletas em apenas algumas horas. Estamos numa era de transição e o fim físico destas revistas é um reflexo disto tudo, desta mudança social. No Brasil, temos a sorte de ter uma revista alternativa circulando, é a Gothic Station, a primeira revista brasileira dedicada à sub gótica.

harajuku-street-fashion
KERA, dezembro 2014

Algumas fãs foram às lágrimas pelo fim das edições físicas. Eu as compreendo e creio que o chororô não foi por "uma revista" e sim por toda a simbologia histórica que aquelas publicações carregavam. Parte da história de uma subcultura acabou. Revistas alternativas são tão raras que é possível criar um culto ao redor delas que eram uma espécie de abrigo e reservatório de conhecimento das apaixonadas adeptas de moda alternativa.  

Gothic and Lolita Bible #40- #52

E não, a moda alternativa japonesa não acabou, mas está numa fase de mudanças. São tempos diferentes os que vivemos em termos de culturas juvenis. Claro que jovens continuam ousando em seus estilos pelas ruas, talvez um pouco mais ocidentalizados (?), com visuais menos extremos, menos impactantes, mas quando uma moda alternativa se ameniza muito, não duvide que um tempo depois tudo vire tédio e uma nova geração traga ousadia e extremismo de novo! É aguardar os futuros capítulos da história da moda alternativa.

E vocês gostavam da KERA e da Gothic & Lolita Bible?



Acompanhe nossas mídias sociais: 

Artigo das autoras do Moda de Subculturas.
É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.

27 de junho de 2017

Cena Riot Grrrl brasileira lança campanha de financiamento coletivo para criação de documentário

Faça Você Mesma é um filme dedicado a contar a história da cena Riot Grrrl brasileira. Quem nos acompanha deve imaginar a felicidade que tivemos ao descobrir a produção desse registro histórico de um movimento importante para o punk underground do mundo inteiro.

O filme foi idealizado pela documentarista Leticia Marques e possui uma equipe só de mulheres, formada por Patricia Saltara, Bruna Provazi e Brunella Martina. Há depoimentos de diversas integrantes de bandas como Lava, The Biggs, Pin Ups, Cosmogonia, Kaos Klitoriano, Dominatrix, Kolica, Same, Hitch Lizard, No Class, Bulimia, Hats, Dog School, Hidra, Wee, Santa Claus, The Dealers, Cínica, Miss Junkie, Go Hopey, Biônica, Las Dirces, Siete Armas, Anti-corpos, TPM, Lamina, Baby Scream, entre outras.

Assistam o vídeo das meninas falando como 
Punk e Feminismo mudaram suas vidas ♥


Em 2016, o Riot Grrrl completou 25 anos, data da qual comemoramos contando um pouco de sua história. Pouco porque acontecimentos que ocorrem fora do mainstream tem registros feitos de forma independente, ou seja, são arquivos raros e nem sempre da melhor qualidade, naquela época não se tinha equipamentos tecnológicos como hoje, onde qualquer pessoa sem experiência ou estudo faz uma boa foto ou um filme. Então, se o registro americano já tinha suas dificuldades, imagina por aqui.

Enquanto no exterior era lembrado os 25 anos, no Brasil, acabava de se completar os 20 anos da nossa cena Riot. E assim como muitas meninas não conheciam o movimento de fora, tampouco sabiam de sua história aqui no país. Fica bem claro a importância do Faça Você Mesma, que vem chegando numa fase onde há um crescimento de registros em livros, documentários e filmes sobre as subculturas daqui, mas que ainda pouco contempla a vivência das mulheres nesses meios.

A iniciativa se encontra no Catarse e necessita atingir a meta inicial de 30 mil reais para que o filme seja concluído. Caso você não possa contribuir financeiramente, para um projeto independente, a divulgação do link já é uma grande ajuda! Nesses quase dez anos de blog, perdemos a conta da quantidade de críticas e auês que alternativos fazem por deturparem suas subculturas, mas na hora de apoiarem trabalhos bacanas feitos por pessoas da cena, desaparecem num passe de mágica! Aí fica difícil.

Vale lembrar que as oficinas gratuitas das Hi Hats para ensinar bateria às garotas continuam a todo vapor no Rio de Janeiro e São Paulo. Acompanhe suas mídias para saberem das datas e locais. E claro, assistam e divulguem o documentário sobre as mulheres na cena heavy metal brasileira.

Fiquem ligados que há mais projetos em andamento vindo por aí! 😉


>> Acesse aqui o Catarse, leia sobre o Projeto e divulgue <<
 
Registros históricos da subcultura Riot Grrrl no Brasil


Acompanhe nossas mídias sociais: 

Pedimos que leiam e fiquem cientes dos direitos autorais abaixo:
Artigo das autoras do Moda de Subculturas.
É permitido usar trechos do texto como referência em seus sites ou trabalhos, para isso precisa obrigatoriamente linkar o artigo do blog como fonte. Compartilhar e linkar é permitido, sendo formas justas de reconhecer nosso trabalho. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo aqui presente sem autorização prévia. É proibido também a cópia da ideia, contexto e formato de artigo. Plágios serão notificados a serem retirados do ar (lei nº 9.610). As fotos pertencem à seus respectivos donos, porém, a seleção e as montagens de imagens foram feitas por nós baseadas no contexto dos textos.
Pin It button on image hover