.Moda de Subculturas: Moda e Cultura Alternativa.

25 de agosto de 2015

Pensata: Andy Warhol, devolva nossos 15 min de privacidade!

Em menos de um ano foram lançados os documentários de Cássia Eller, Kurt Cobain (Montage of a Heck) e Amy Winehouse. Como fã e admiradora da obra desse trio, foi bem interessante observar a coincidência entre os artistas perante as fortes similaridades de comportamento, em destaque a relação com a música e a fama.

O olhar e sorriso tímido de Amy, Cássia e Kurt

Tanto Elller, quanto Cobain e Winehouse, tinham uma personalidade supertímida e introvertida, de poucos amigos, aparentavam estranheza aos desconhecidos e uma certa frieza que na verdade era só uma casca para cobrir a enorme sensibilidade que havia dentro de si. Mas essa defesa era frágil e falhava com muita rapidez, e logo seus sentimentos eram expostos em surtos de raiva ou alegria. Pode reparar que todos tiveram momentos de alta agressividade, principalmente nos palcos, onde se desnudavam por completo.

Essa raiva contida era fruto da desestrutura familiar em que cresceram, tornando-os isolados do mundo e florescendo a sensação de que não pertenciam a esse planeta, eram verdadeiros ETs. Procuravam encontrar uma forma de expelir toda aquela ebulição de sensações e encontraram na arte/criação, em especial a música, o refúgio que necessitavam. O problema é que de repente o esconderijo foi revelado, e talvez não imaginavam o preço que iriam pagar pela fuga da realidade. 

“Eu sempre quis pensar que eu era um alienígena...Não estava aqui por algum motivo especial e sempre sentia saudades de casa." Kurt em About a Son

Sem saber lidar com as consequências da exposição repentina e perdendo o controle da privacidade, vendo suas vidas devassadas pela mídia marrom, o julgamento da sociedade, perseguição dos paparazzi e assédio excessivo dos fãs, e sendo propensos a transtornos mentais como a depressão, o que era um "passatempo" viria se transformar num vício: as drogas.

Amy revelando sua batalha com a depressão:


Fica evidente que o grande vilão da morte precoce desses três foi a fama. Não era a vibe deles e nem tinham psicológico para enfrentá-la. Mas aí você diz: "Ah, eles queriam ser artistas, tudo tem um preço!". Sim, eles queriam ser artistas e reconhecidos pelos seus talentos e atingir o público, igual a qualquer um de nós, mas não virarem celebridades. Nem todo mundo tem vontade de aparecer mais do que seu próprio trabalho.

“Eu não sou uma garota tentando ser uma estrela ou tentando ser nada além de uma musicista.” Amy Winehouse
“Eu nunca tive essa ilusão de fazer sucesso, sabe? É claro que era a coisa que eu mas queria na minha vida, entendeu, era que o meu trabalho chegasse para todo mundo, que todo mundo tivesse acesso a ele. Mas eu não queria que fosse atochado goela abaixo nos caras, entendeu? Quero que seja uma coisa natural.” Cássia Eller
“Na verdade se tornar um punk rocker aumentou a minha autoestima porque me fez ver que eu não precisava ser um rockstar, que eu não queria ser um rockstar, não que eu não pudesse, era porque eu não tinha muita coragem.” Kurt Cobain em About a Son

Pensando na história deles e no que a gente vive atualmente, é impressionante a quantidade de mídias que precisamos estar presentes, apenas com o intuito de se expor. Não basta só o blog, tem que ter face, twitter, instagram, tumblr, snapchat, youtube... Você é praticamente obrigado a estar em tudo senão fica desatualizado ao ponto de ser excluído de contatos que geram trabalho. Sem contar nas guerras de egos e puxa saquismos que não acrescentam em nada.
Daí vem as milhares de indagações: Qual a necessidade em nossas vidas dessa exposição exacerbada? E quem não se autopromove em excesso, perde valor? É desqualificado? Essa situação tem nos proporcionado mais felicidade ou infelicidade?

Se Andy Warhol estivesse vivo, pediria que devolvesse os 15 minutos de privacidade da humanidade. Ainda há gente que não possui interesse em fingir ser o que não é ou que não vive. Sorry!

Vale conferir o TED de Monica Lewinsky sobre o preço que pagou pela vida devassada na era da internet.


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24 de agosto de 2015

Coroa de Flores Negras da Devas! (+ Inspirações)

A Devas é uma das marcas artesanais que divulgo sempre com o maior prazer aqui no blog. Seus produtos, feitos à mão, tem um capricho imenso e aquela coisa que todo produto artesanal possui: o contato direto com o criador, que fez a peça do jeitinho que você quer!

Não deixem de ler esta entrevista que fiz com a Mariane, proprietária da marca onde ela conta um pouco sobre seu trabalho com artesanato. Lembrando que o conceito da marca tem tudo a ver com o Slow Fashion onde o cliente tem também poder de opinião sobre o que quer consumir já que muitas das peças da marca são feitas sob encomenda.

A Coroa:
Na verdade tanto pode ser coroa como pode ser tiara. Eu escolhi essa peça porque eu ainda não tinha um acessório de cabeça com rosas negras e achei que já tinha passado da hora de ter uma. Elas estão sendo muito usadas também no exterior, sempre vejo em fotos de outfits ou de modelos alternativas. Outra coisa que me incentivou foi que vi muitas meninas usando na rua aquelas headbands de flores coloridas, meio hippies que vendem em loja de biju, então não tá tão incomum assim de usar "coroas" na rua. E como não me identifico com esses modelinhos mais hippies, eu claro, optei por escolher uma de rosas negras.


A primeira coisa que me chamou a atenção foi a base. Esqueça as headbands com base de arame ou tiras de tecido, a base desta peça são elásticos trançados! Isso aumentou os pontos positivos que eu já tinha com a marca porque me surpreendeu tanto por sair do habitual quanto porque trançar sugere um tempo de dedicação ao trabalho manual, quanto porque de forma nenhuma incomoda na sua cabeça. E muito bem trançados, vale dizer, de forma que ficam firmes ao mesmo tempo que esticam caso você deseje. 



E outro detalhe é que existe uma amarração em fita, ou seja, juntado a base de elástico + a amarração em fita você pode controlar se quer que a peça fique mais presa ou mais solta em sua cabeça. Se quer usar como tiara ou como coroa. Achei isso digníssimo porque a gente usa a peça como quiser. Cheguei até a fazer um teste de possivelmente usar a peça como um cinto ou como um enfeite em alguma roupa.


Espero que vocês tenham gostado e adquiram suas coroas de rosas negras que vale muito a pena, tem qualidade e ainda é um produto nacional, artesanal e feito com muito capricho! Curtam o Facebook da Devas pra acompanhar o trabalho e também porque direto a marca participa de eventos com um stand onde você pode ver e adquirir pessoalmente as peças!

Ah e estes são os outros produtos que tenho da marca (tá faltando a foto um wrist-cuff de renda igual à estes), não são uns amores?? :D
Lembrando que a marca também faz aqueles chifres que estão muito na moda! 

Na segunda imagem é um wrist-cuff em todas as outras os acessórios tem duplas função: são broches e também presilhas de cabelo. Dois produtos pelo preço de um!


Inspirações com coroas de flores negras

 
 
 
 


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19 de agosto de 2015

O dia em que saímos na Dazed and Confused

Estudar moda, e em especial subculturas, nos obriga a estarmos com os olhares voltados ao exterior devido serem temas que nasceram lá fora e também pelo desenvolvimento avançado em pesquisas, ao contrário do Brasil onde se encontra atrasado nessas questões. Então, imagina a nossa cara quando descobrimos que fomos referência numa matéria do site da Dazed and Confused!

Algumas capas da revista

Talvez nem todos saibam, mas a Dazed and Confused é uma conhecida revista britânica de status cult, que ganhou evidência por falar de moda com viés alternativo. Somos fãs da publicação tanto impressa quanto online, já citamos em posts do blog e com certeza aparecerá mais vezes pois é um dos nossos endereços de leitura. E foi assim que descobri o que nem poderia imaginar.

Estava de bobeira dando aquela atualizada nos sites favoritos quando me deparei com uma matéria sobre o calçado all star - o tênis foi inteiramente remodelado pela Nike há pouco tempo - onde contava como ele havia se tornado um ícone subcultural. A imagem que ilustra de cara é a do Nirvana, achei interessante a coincidência do assunto ser ilustrado por uma foto que eu também tinha colocado no post da Converse. Abri o link para dar uma lida e meu queixo caiu no chão.

MdS citado só na imagem do Elvis Presley

Senti um mix de felicidade e espanto extremo, até agora não temos a menor ideia de como nos acharam. Depois que li tudo, vi que o blog foi citado bem en passant, apesar das semelhanças em pontos do texto e imagens. Mas isso não enfraquece a alegria de saber que estamos no caminho certo, foi mais uma grande prova de que entre erros e acertos o conteúdo do blog tem capacidade de fazer parte da mídia de moda internacional. 

Termino agradecendo aos leitores que estão sempre por aqui ou nas mídias sociais comentando, dando dicas, ideias, ou simplesmente lendo, pedimos desculpas aqueles que não conseguimos retornar o contato, responder alguma pergunta, tem horas que se não focarmos no término do post a gente não finaliza, é tanta coisa para fazer ao mesmo tempo e tem a vida fora da internet, né?

E vamo que vamo antes que os gringos dominem de vez isso aqui!



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18 de agosto de 2015

Uma reflexão sobre plágios, preços e criações


Este é um assunto muito delicado, porém necessita ser abordado. Outro dia encontrei o vídeo da Dhy, da marca Dhy Ngetal, onde ela fala das cópias que vem enfrentando sobre suas criações artesanais. O depoimento sensibiliza pelo desabafo da artesã e chama a atenção para o fato de que a atitude ainda é muito frequente por aqui.

Um grande diferencial do mercado alternativo é a forma como ele produz: criações próprias que muitas das vezes são feitas de forma artesanal ou pouca escala. São pequenas empresas ou artesãos que trabalham num país de altos impostos e que enfrentam o dilema de oferecer um produto de qualidade com preço acessível. Só que, fabricar algo que se inicia desde a concepção do design até a escolha da embalagem, nem sempre irá resultar num valor barato para os nossos padrões salariais e de despesas. E aí que vem a grande questão: comprar o original e pagar pelo o que é cobrado ou encontrar alguém que reproduza por um preço mais em conta?


Diante desse ponto, levanto a reflexão sobre um problema ocorrente e que vem sendo tratado como se fosse algo bobo, inocente, o intuito é tentar esclarecer o porquê paga-se mais caro por um produto autoral e conscientizar sobre as consequências das cópias para quem cria.


Acreditamos que boas ideias devem ser divulgadas para que cheguem à seu público. Não há nada mais legal do que ver uma peça circulando e seu criador sendo recompensado por isso! Na Moda Alternativa, as marcas costumam ter a personalidade de seus criadores, afinal todo mundo tem uma personalidade, certo?? É por esse motivo que o plágio não faz sentido.



O que é plágio?
Plágio não é uma simples cópia, é apropriação indevida da obra intelectual de outra pessoa.
Você é um designer e imagina algo por muito tempo, investe grana e tempo pra fazer aquilo sair do papel. Consegue realizar sua ideia e colocá-la à venda. O produto é um sucesso! De repente, alguém pega seu produto, descobre como copiá-lo e passa a vendê-lo também. Passa-se a copiar a identidade de sua marca, o que configura plágio. Imagine que passam a vender sob encomenda ou em varejo estes plágios de seus produtos - algo que você sempre manteve exclusivo pra seus clientes, afinal: suas criações.


Por que o plágio é mais barato?

Porque o plágio é uma ideia pronta. Não tem o trabalho intelectual, a arte da criação, possíveis perdas financeiras com os erros até a peça dar certo. Quando você analisar o preço de um produto de uma loja alternativa, nunca se esqueça que por trás dele teve uma pessoa que dedicou um tempo de sua criatividade pra tornar aquilo real. E note também a qualidade do processo artesanal.
Por esses motivos, o plágio é mais barato. Mas baixo preço não pode justificar falta de ética.

"Não tenho grana sobrando então compro o plágio."

Acredito que isso vai da ética de cada um. Todos temos a opção de “pagar mais barato” ou apoiar o criador da ideia pagando o preço pela arte dele. Aliado à falta de cultura de moda, infelizmente nosso sistema consumista de "ter" pelo simples fato de satisfazer uma vaidade, pode nos cegar a respeito de julgar a ética e o consumo consciente.

"Ah é só uma cópia, a loja original já tá faturando mesmo".
Acham que empresário alternativo no Brasil, que cria suas próprias peças, ganha tanto dinheiro assim? Uma breve análise de quantas marcas alts abriram e fecharam as portas nos últimos anos; quantas seus donos ainda tem um emprego tradicional pra se manter; quantas pessoas sentem extrema dificuldade de ganhar mercado com seus produtos próprios mostram o contrário. Arte, trabalho intelectual, artesanal e criatividade não são exatamente valorizados no Br... Conquistar mercado é uma tarefa árdua. Pegar algo que já existe, que faz sucesso e reproduzir, acaba sendo o caminho mais fácil.



“Não peçam a cópia idêntica da peça de um designer para outra pessoa.
Por ética profissional, não se copia! Não há lado bom em cópia.
Estas foram as palavras da Dhy, que é artesã e vem passando por um processo de cópias de seus produtos. Gostaria que vocês assistissem o vídeo onde explica como ela lida com esta situação e como é seu processo de criação artesanal:



Plagiar é um ato muito sério, pode dar processo. Tanto com os desenhos registrados pelo designer quanto o logo na imagem do produto na loja já é possível processar o plagiador.
O plágio desmerece o trabalho de quem criou, acarreta problemas psicológicos em quem inventou aquela peça e viu ali a sua ideia roubada. Hoje, com o poder da internet, mais cedo ou mais tarde as pessoas vão descobrir quem são os plagiadores. Existe realização pessoal no ato do plágio? É satisfatório sugar a visão de alguém criativo? Fazendo mal uso do jeitinho brasileiro, fica difícil ir pra rua exigindo um país melhor, com mais ética se na vida real não a praticamos... A concorrência de mercado precisa existir sim, mas de forma honesta.

Se você plagia: pare e comece a criar suas próprias ideias! Eu acredito que você tem uma personalidade, você tem capacidade de transformá-la em arte e criações próprias! Confiem mais em si mesmos! Confiem em suas capacidades.


Espero que os clientes encontrem a fonte real das criações, que são muito dignas de serem usadas e desfrutadas
. Se elas custam o preço que custam, é porque existe todo um trabalho sério e dedicado por trás. Sendo eu, também, uma designer alternativa por hobbie, acho que precisamos ajudar uns aos outros, pois o espaço existe pra todo mundo que ousa se auto expressar honestamente.

Na moda alternativa você tem a liberdade de criar o que quiser, sem precisar se basear em estilos ou peças já existentes. É onde pode exercer sua criatividade plenamente! 


*P.S: Não confundir peças básicas com cópia ou plágio de peças de estilo, ex: legging preta - peça básica que qualquer loja pode fazer.


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16 de agosto de 2015

Kreepsville 666: Cupom de Desconto // Discount coupon

 FOR ENGLISH VERSION SCROLL DOWN

Já faz um tempinho que fechamos uma parceria com a Kreepsville 666 para dar desconto aos leitores do blog!

O código de desconto a ser usado no ato da compra é: SUBCULTURAS
Com ele você ganha 13% off

A Kreepsville 666 é super conhecida por vender aquelas  presilhas de mãos de esqueleto, as de lacinho com olho e o já clássico vestido tubinho com estampa do esqueleto humano.
Além disso, ela tem o licenciamento dos produtos da Elvira e da Vampira ou seja: revenda suuuper autorizada da imagem das artistas. Quando você compra da Kreepsville uma peça com a imagem dessas artistas, pode ter certeza que elas recebem financeiramente! Super justo né?


A empresa é daquelas que tem uma história pra se inspirar: eles perceberam um nicho de mercado e decidiram arriscar investir! Perceberam que alguém tinha que fornecer roupas e acessórios pra aquelas pessoas que acham que "Halloween é todo dia". 

Assim, a marca surge em 2006 na Escócia (atualmente nos EUA) focada em fornecer acessórios e roupas com temática de terror, horror e gore, inicialmente pro público conhecido como psychobilly e horror punk, mas acabou que a marca ganhou admiradores em outras subculturas. Desde sua criação, eles têm tido um constante crescimento exatamente por ser a loja alternativa que foca muito no irreverente e conceitual. Eles deram fama mundial às presilhas de mão de esqueleto e sua linha de "olho" é super reconhecida, assim como a bolsa/necessaire de cutelo que agora foi lançada em versão presilha.



Agora com linha houseware também: Elvira e Marte Ataca!


Ficamos muito felizes de sermos um caminho para que uma das maiores lojas alternativas mundiais desse esse desconto pra vocês, leitores do Moda de Subculturas! Sei que o dólar tá alto e isso realmente é um saco, mas por isso mesmo um desconto vem em boa hora. ;)
Quem estiver de rolê em Los Angeles, Califórnia, pode passar na loja Monster a Gogo na Melrose Ave. e ver as peças pessoalmente.



ENGLISH VERSION
Discount coupon for Kreepsville 666
A while ago, we made a partnership with Kreepsville 666 shop to give our blog readers a discount code!
The discount code to be used at time of purchase to get 13% off is: SUBCULTURAS

Kreepsville 666 has the licensing products of Elvira and Vampira! The company has a inspiring story: they saw a niche and realized that someone had to provide clothes and accessories for those people who think "Halloween is every day." So, the brand appears in 2006 in Scotland (currently in the US) focused on providing accessories and clothing horror and gore themed, initially for psychobilly and punk horror public, but the brand grew up winning admirers in other subcultures.



Since its inception, they´re growing constantly. The alternative store focuses on very irreverent and conceptual designs. They gave world fame to the skeleton hand clips and its "eye" line is super recognized.
We were very happy to be a way for our readers to get a discount for one of the most famous alternative shops in the world! Anyone walking around Los Angeles, California, can spend a time at Monster in the Gogo shop in Melrose Ave. and see Kreepsville stuff live.



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15 de agosto de 2015

Framed in Blood: nova loja alternativa e cupom para os leitores!

Lembram quando postamos sobre a arte fotográfica de Framed in Blood?
Então, temos duas novidades a respeito de nossa parceria com a fotógrafa Sookie: uma é um cupom  exclusivo para os leitores do blog, o código é MODASUB.


Se você contatar a Sookie para um editorial de Moda Alternativa, Book para sua carreira de modelo alt ou seu casamento ou uns looks do dia ou qualquer projeto fotográfico que lhe der na telha, basta mandar pra ela nosso código que você ganha 3 quadros com arte exclusiva da marca. Elas serão entregues no dia do ensaio, já impressas.
Para contatar o trabalho fotográfico é só enviar um email para: framed_in_blood@yahoo.com.br
O valor dos ensaios é de R$250,00 por 35 fotos editadas.
Formas de pagamento: à vista (no dia do ensaio), PagSeguro e PayPal.
Para comprar printables: http://sookielemort.deviantart.com


A segunda novidade é que Sookie acabou de lançar sua loja virtual!! A loja se chama, claro, Framed in Blood e os produtos tem estampas autorais. Lá tem tote bags, camisetas, almofadas, moletons, canecas... tudo bem "dark art" e artesanal, então vamos apoiar mais uma loja alternativa nacional que está nascendo! o/


O site é em inglês, pra navegar na loja você usa o menu à esquerda e vê as artes que tem disponível naquele produto. O valor está em dólar mas aparece em real quando vocês forem pagar via PayPal (que aceita boleto).


Espero que aproveitem mais essa parceria do blog e não deixem de visitar a loja e quem sabe, programar um ensaio alternativo pra iniciar sua carreira de modelo alternativa ou qualquer outra ideia dark, trevosa ou até mesmo "comum" que você tenha! Ah e a Sookie é de São Paulo, se você mora em outra cidade, conversa com ela, provavelmente haverá um custo a mais pelo trânsito ;)



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13 de agosto de 2015

Alt trend: Ombros de fora!

Ombros de fora é uma das trends que tá rolando desde o ano passado no mainstream. De alguma forma as lojas alternativas estão também aos poucos fazendo peças com este design, daí acabei separando algumas opções que não são exatamente ao estilo "ciganinha" - aquelas com ombros todos de fora e corpo largo, e sim umas peças "cut out shoulders" algo como "ombros cortados", onde os ombros não ficam tão expostos já que sempre fica uma alça mais reta e uma pequena manga acompanhando.

E "ombros cortados" é exatamente o DIY que eu mais fazia com as minhas camisetas de bandas. Cortava uma espécie de meia lua nos ombros e elas ficavam como estas que estão começando a usar agora. É um dos DIY mais fáceis que existem já que não exige costura, só uma tesourada mesmo haha!

Então, vamos às sugestões de marcas alternativas para colocar os ombrinhos de fora! Começando com as lojas nacionais:


Haute Xtreme: top artemis - vestido Zorya

Stooge: Fly Buterfly

Lá por 2007/08 época que peguei essa mania de cortar os ombros de minhas camisetas de bandas, eu tinha uma blusa comprada em loja de departamento ao estilo da terceira foto, só que era sem estampa, baby look, mais curta e ajustada - eu era apaixonaaada e usei anos e anos até gastar. Estas abaixo são das marcas Sourpuss, Folter e Sullen.

 Peças da Heartless e da Crazy in Love

A Queen of Darkness parece ser a marca alt que mais investiu na variedade destes modelos, tanto que eles já fizeram até um post no blog deles sobre o tema. É claro que eu não poderia deixar de postar aqui também.

1 - 2 - 3


4 - 5 - 6


7 - 8 - 9
A QoD ainda tem esta, esta, esta e esta :)
* A 3 e a 7 estão sem link mas vão voltar ao estoque em breve.


Vestido gótico da Banned!

Há anos eu tenho uma blusa simples, de malha preta, com corpo ajustado em que deixa os ombros de fora. Eu uso super pouco, em ocasiões onde o "sexy" é mais permitido. E vejo que o advento desta trend pode permitir que eu use-a com mas frequência pois como tudo que se populariza perde um pouco da essência, é capaz de que o "sexy" impregnado nela se amenize, daí poderei usar numa variedade maior de ocasiões - gosto de "dessexualizar" a mensagem das roupas pra poder expandir o uso delas, acho que é a subversão estética que mais pratico! :D


Me digam se vocês gostam de peças de ombros de fora, se usariam, se acham que as marcas alts nacionais poderiam investir no estilo e se já fizeram ou pretendem fazer um DIY!


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11 de agosto de 2015

Óculos de morcego (Bat Sunglasses)

Depois da febre dos gatinhos, os óculos em forma de morcego aparecem aos poucos como se fossem uma continuidade do primeiro, porém com a diferença das "pontas" nas laterais, sendo mais longas e às vezes em maiores quantidades, em vez de uma, pode ter duas, três ou quatro.

Meadham Kirchhoff Verão 2014

O estilo não é tão novo quanto se parece, ele já é datado na virada da década de 1950. Há controvérsias de qual foi o primeiro modelo, o que se sabe é que a criação é do pintor americano Edward Melcarth. No site da colecionadora de arte Peggy Guggenhein, diz que foi uma encomenda sua ao artista. Com adoração pela arte surrealista, o desenho é um mix de asas de morcego e borboleta que acabaram se tornando marca registrada de Peggy. Porém, nesse mesmo período o acessório aparece na face da atriz Maila Nurmi, interpretando a Vampira em "The Vampira Show".

Maila e os famosos óculos

 Vampira

Peggy Guggenheim com o modelo que virou marca de sua estética

Edward Melcarth também criou outras versões, como esse em 1960:

Tanto Peggy quanto a personagem Vampira são fontes de inspirações aos estilistas e assim, marcas mainstream resgatam a peça renovando o seu design. O interessante é que mesmo surgindo de tempos em tempos nas passarelas, os óculos de morcegos ainda são considerados muito irreverentes, ao contrário do gatinho que já é um clássico. Esse conceito dificulta a massificação do produto, caso vire um modismo, creio que por enquanto só no meio alternativo, pois no mainstream é necessário suavizar ainda mais sua característica. Ou seja, dificilmente você encontrará alguém na rua usando algo parecido. 


Semanas de Moda Internacionais: Ann Sofie Fall 2010

Prabal Gurung Verão 2012

Moschino Cheap and Chic Inverno 2013

Rochas Inverno 2014

Anna Sui Verão 2014

Meadham Kirchhoff Verão 2014

Além dos desfiles, existe os fabricados por lojas de fantasias. São peças geralmente encontradas em épocas de Halloween, mas tem gente que utiliza no dia a dia. Vai depender do senso estético de cada um. Mas há de se tomar cuidado perante a proteção UV que este oferece!


No universo alternativo temos a alemã Fledermausbrille, que já ganhou post inteiro aqui sobre a marca. Os modelos caem perfeitamente com o modismo do ano passado, da qual foram recriados diversas roupas e acessórios no formato de asa de morcego. 


Bafônicos, né? Enquanto não tenho o meu vou babando nessas criações!


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9 de agosto de 2015

Editorial Alternativo: Street Style

Vocês viram as novas peças disponíveis na Miniminou?
Tem muita coisa incrível desde as malhas com estampa Baphomet, o vestido Vandinha com gola pontuda e a saia godê que são criações exclusivas da marca, além do choker artesanal Witch e o colar meia lua negra, agora tem também a bolsa saco com studs, a bolsa pasta studded além do anel boho e vááários outros acessórios lindões!

♥ Com o cupom SUBCULTURAS, vocês tem 10% de desconto nas compas na loja

Vale a pena passar na loja e acompanhar as novidades, agora vou deixar vocês com o novíssimo editorial Street Style estrelado pela Mariana Gaioto!  

 
 
 
 

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