.Moda de Subculturas - Moda e Cultura Alternativa.: 2013

31 de outubro de 2013

Estilo: Kinderwhore

Kinderwhore é um desdobramento estético da moda grunge feminina, usado durante o início e meados da década de 1990 nos EUA. Mistura conceitos de feminilidade adulta + infantilidade. Courtney Love (Hole) e Kat Bjelland (Babes in Toyland) são consideradas precursoras da estética.

A palavra Kinderwhore mistura dois extremos. "Kinder" vem do alemão “crianças". Nos EUA “kindergarten” se refere à crianças de 2 a 7 anos. Já a palavra inglesa “whore”, significa “vulgar”, “prostituta”, “puta”. O estilo, de certa forma revolucionário e que incomodava muita gente pela ambiguidade, era uma estética subversiva que fazia alusão ao conceito de "lolita". O Kinderwhore corrompe a inocência associada à infância através de sua justaposição com a sensualidade adulta e também com a estranheza de imaginar mulheres adultas como crianças crescidas.

As origens do Kinderwhore são controversas e debatidas até hoje. Courtney Love admite que se inspirou no look de Christina Amphlett (Divinyls), mas há quem diga que Kat Bjelland foi quem começou a tendência.

Apesar dos trajes semelhantes, Christina tinha uma atitude mais sexy, provocante, pervertida, vide a música "I Touch Myself". Já Courtney e Kat tinham uma atitude mais feroz, agressiva, vadia, soturna, reflexo vida pessoal das duas. Berravam ao cantar, eram estranhas e não se importavam de borrar as maquiagens enquanto destilavam suas revoltas para o mundo. Tinham também uma certa atitude punk e muito feminismo, mas não um feminismo erudito como o da contemporânea cena Riot Grrrl (citada aqui) e sim, um feminismo de vivência, dos abusos e experiências que ambas passaram na vida.
 
Christina Amphlett (Divinyls) e Courtney Love

O estilo consistia de cabelo loiro platinado, com franja e ondulado, meio despenteado, adornado por tictacs infantis e fofas e até mesmo coroinhas. Pele pálida, bochechas rosadas, batom vermelho vibrante e olhos pintados de preto. No corpo, vestidos segunda mão comprados em brechós e bazares, ao estilo anos 1960 com gola Peter Pan e rendinhas; vestidos ao estilo lingerie, baratinhos, comprados em lojas de departamento e vestidos com babadinhos românticos. Meias calças pretas (dão o toque agressivo) ou brancas e rendadas (dão o toque infantilizado), meias arrastão e meias 5/8 pretas. Nos pés, coturnos ou sapatos de boneca (mary janes). Também era comum, especialmente as garotas de bandas, escrever alguma frase de impacto nos braços ou outras partes do corpo.
 
Courtney Love

Kat Bjelland

Courtney Love e Kat Bjelland eram melhores amigas e rivais. Elas disputavam publicamente pela criação do estilo. O vídeo da música "Violet Equimose" da Babes in Toyland aparentemente fala sobre isso. Neste vídeo, Kat se assume como criadora do Kinderwhore e coloca Courtney como uma imitadora. Esse vídeo só foi transmitido na MTV algumas vezes nas madrugadas.


 


Sobre o vídeo, Courtney disse: “Eu me senti incomodada e roubada, foi uma amiga que não só escreveu sobre mim, mas também levou um pouco da minha própria personalidade de mim. Kat pegou isso e criou seu próprio mundo.”

O fato de serem melhores amigas e estarem disputando atenção pela autoria de um look, gerou rivalidades entre Courtney e Kat. Dizem que Courtney se incomodava mais com o fato de Kat estar tendo alguma visibilidade na cena do que com o fato de usarem o mesmo estilo de roupas. Mas houve um momento em que se tornou insustentável duas mulheres vestidas iguais coexistindo. Porém, quando Courtney se casou com o deus do rock alternativo, Kurt Cobain, toda a guerra pela autoria do kinderwhore se tornou obsoleta e tudo se resumia agora à relação pessoal entre entre Courtney e Kurt.

Courtney e Kat Bjelland: amigas e rivais na autoria do Kinderwhore

Apesar da rivalidade pública, quando Kurt Cobain se suicidou a única pessoa que imediatamente voou para Seattle para ficar ao lado de Courtney foi Kat. No mais trágico momento da vida de Courtney, onde mídia e fãs do Nirvana a acusavam de ter matado o marido, a pessoa que a amparou foi a mesma que compartilhou com ela a criação de um estilo de moda que identificou uma geração de roqueiras.

Kat apoiando Courtney quando Kurt se suicidou.

É amplamente aceito que Kat Bjelland foi a primeira a definir o Kinderwhore, e Courtney Love, a primeira a popularizá-lo. Mas isso não é definitivo. A verdadeira história atrás da criação da estética ainda é um mistério.

Kim Shattuck da banda The Muffs também é citada como possível criadora do estilo. Mas a grande questão é: na época que as bandas de Christina Amphlett e Kim Shattuck surgiram (meados da década de 1980), já havia a junção de elementos estéticos específicos agrupados sob nome Kinderwhore? Elas sempre usavam esse estilo ou ocasionamente? Pelas fotos que observei elas usavam sim o mesmo estilo de vestido, mas não o mesmo estilo de cabelo e maquiagem. A atitude também era diferente. O estilo ganhou esse nome quando passou a ser um conjunto de elementos (roupa, cabelo, acessórios, atitude) associado à cena feminina grunge de Kat e Courtney.

Kathi Wilcox e Kathleen Hanna do Bikini Kill e Christina Billotte da Slant 6, também chegaram a usar roupas ao estilo kinderwhore, mas logo abandonaram quando surgiu a rivalidade entre as meninas grunge e as Riot Grrrls.
Kim Shattuck (The Muffs) e Christina Billotte da Slant6

Com todos os olhos da mídia voltados para um novo estilo de rock que acabara de surgir: o grunge, o kinderwhore atingiu certa fama mainstream e teve seu momento como podemos ver as tops Naomi Campbell e Linda Evangelista num desfile de Anna Sui.



O Kinderwhore hoje
Atualmente, há um revival das tendências da moda 90s, tanto na moda alternativa quanto no mainstream. É possível ver diversas referências ao kinderwhore.
O estilista Meadham Kirchhoff recentemente prestou homenagem ao estilo num desfile cheio de releituras lindonas:



Moda Alternativa:
Diversas peças  inspiradas no kinderwhore nas lojas alternativas estrangeiras: vestidos leves, com gola peter pan ou rendada, transparências, meias e sapato boneca.



Nas páginas do catálogo (do ano passado) da loja Attitude, eles vendem o Kinderwhore sob o título de estética Riot Grrrl, o que não é 100% verdade. A estética Riot era mais focada no punk e street style embora tivesse alguns elementos estéticos do kinderwhore. A modelo usa cabelo, maquiagem, calçado e vestido que caracterizam o estilo.

 
Impossível não citar Taylor Momsen como adepta do Kinderwhore atual. É muito constante vê-la em vestidos babydoll, cabelos loiros bagunçados e make pesado. A pouca idade dela faz a justaposição da sensualidade adulta e o conceito de lolita.


O kinderwhore foi uma estética feminina dos anos 90, que influenciou desde a cena rocker até cenas mais extremas como as Riot Grrrls. Uma possível herança estética do estilo pode ser visto na banda gótica Switchblade Symphony (foto abaixo à esquerda). Já a baixista do Coal Chamber Raina Foss, já citada [neste] post sobre a moda feminina heavy metal, na foto abaixo à direita, usa cabelos louros ondulados, tictacs, meia e sapato boneca num contraste entre sensualidade e inocência.


O Kinderwhore foi tão emblemático que invadiu a moda de outras subculturas além da grunge! E hoje se revela um estilo atemporal. E vocês gostam do estilo?

 
Pedimos que leiam e fiquem cientes dos direitos autorais abaixo:
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30 de outubro de 2013

Como fazer um Bustle Vitoriano (molde + dica)

Esse post é especial pras meninas que adoram a moda vitoriana! Especialmente aqueles trajes que tem um voluminho no traseiro! =D
O aparato que dava o tal volume se chama bustle, em português também é chamado de "anquinha".

Estou oferecendo em meu blog de História da Moda, um molde histórico (de 1874) e uma dica barata de como fazer esta armação de saia. Embora pareça difícil, não é tanto, ainda mais se você tem um conhecimento prévio de costura e montagem de roupas. Um dos motivos de eu publicar esse molde é que até então não vi um site nacional que disponibilizasse um tutorial em português.
Embora não tenhamos um moda alternativa-histórica forte no Brasil - talvez até mesmo pela falta de saber como fazer tais roupas - essa é uma oportunidade dos interessados de aprender a fazer uma peça de época.

Para ler o post, clique na imagem do vestido vermelho (uma releitura do vestido da personagem Mina do filme Drácula de Coppola). Esse vestido é um ótimo exemplo de como a anca pode ser usada em releituras alternativas vitorianas.

http://modahistorica.blogspot.com.br/2013/10/como-fazer-um-bustle-molde-dica.html

Editorial: Black Diamond

Editorial Black Diamond da revista alternativa Dark Beauty. Parece editorial mainstream não? Digo, pela abordagem glamurosa e pelas roupas, já que tule e vinil estão super em alta na tendência mainstream, vide editoriais e capas das Vogues cheias de punks de boutique em suas páginas. Pois é, a linha que divide ambas as estéticas está cada vez mais fina. Mas há que se contentar, muitas peças abaixo são lindas e usáveis.

 
 
 

 


Dica de Loja: Rose Mortem

Um dos propósitos ao criar o Moda de Subculturas era apresentar lojas alternativas do mundo todo pra mostrar que o segmento é feito de muita criatividade, conteúdo e autenticidade. Hoje a dica é a loja americana Rose Mortem - Hand Made Dark Romantic Couture.
* Todas as fotos são ampliáveis.


A Rose Mortem foi criada em 1998, quando sua proprietária (Rose) começou a desenhar roupas profissionalmente e lançou sua gravadora online. O foco são peças feitas à mão de uma moda que eles chamam de "dark romantic". Em 2008, Rose tornou-se o pianista/tecladista da banda The Awakening e atualmente dedica sua vida à moda, música e à escrita. 

 
As roupas da marca me lembram muito as da Kambriel, embora sejam estilos diferentes, acredito que ambas as marcas focam no público neogótico/neovitoriano que aprecia uma estética mais vitoriana e/ou medieval. Eu tenho um editorial de moda com peças da Kambriel e da Rose Mortem pra vocês verem como as marcas se complementam nestas estética. Aguardem que eu vou postar, só preciso achar ele nos arquivos ;)

Peças de influência medieval
Peças de influência vitoriana

Quem tem pelo menos mais que 25 anos lembra que até começo dos anos 2000 a moda alternativa de elementos medievais era muito popular entre as meninas góticas e as fãs de gothic metal (como foi dito neste post). Ao menos onde moro, hoje em dia é mais "dificil" ver meninas vestidas assim, mas estas marcas provam que ao menos em seus países ainda existe público consumidor desta estética.

Como eu sou fã de uma saia mais curta + meia + bota, estas são peças que gostei bastante:


29 de outubro de 2013

Documentário: Mulheres no Heavy Metal Brasileiro

Este documentário foi lançado há alguns meses atrás e só descobri estes dias... Adorei!
Apesar de englobar a cena mais central do Brasil, tem um tema interessantíssimo e pouco abordado: o Heavy Metal através da história das mulheres da cena.
Eu amei o documentário inteiro, fiquei triste quando acabou e adoraria que houvessem outros focados em outras regiões do Brasil ou até mesmo um documentáriozão que pegasse o país todo!
Vocês lembram dos meus artigos de pesquisa sobre as mulheres no heavy metal? No post sobre a Moda Heavy Metal Feminina eu escrevi que no começo não existia uma moda feminina HM, as meninas usavam versões da estética masculina e que hoje em dia existem lojas específicas para as meninas do rock/metal, no mesmo post também há uma passagem em que digo que é aceitável que garotos da cena não se casem com garotas headbangers. Achei legal que uma das entrevistadas no documentário falou exatamente sobre estes temas, confirmando o que escrevi.

O documentário é de autoria de Gracielle Fonseca que percebeu que na cena HM além de muitos homens havia também muitas mulheres, porém, a visibilidade destas bandas era muito pequena tanto na cena quanto na história do Heavy Metal. Em livros e artigos sobre, as  mulheres estão sempre como coadjuvantes. Por exemplo, a banda feminina Placenta é pioneira no Brasil e a historia não é contada de forma a contemplá-las. "as meninas precisam construir suas próprias representações, estar lá porque gostam do som, conhecer as bandas e quer fazer algo cultural no meio e crescer. Elas também fazem a cena do HM!", diz Gracielle nesta entrevista. 

Descrição do doc em inglês: "The HIStory was HERstory too. In Heavy Metal it wasn't different. So, why wasn't it so clear for all headbangers? Maybe because it wasnt told by the women before.
Women in Metal is a documentary made by a woman interviewing and shooting other women. It shows early female fronted bands in Brazilian's heavy metal scene. Members of important bands Like Placenta (1985) and Valhalla(1989) present their thoughts about being metal women in the 80's.
The video is the first attempt to show the women's representation in Heavy Metal, the start of a discussion about gender in that culture in Brazil."




- Blog do Documentário
- Facebook do Documentário
- Festival She Shakes the Earth

Bandas entrevistadas e/ou que aparecem no vídeo: Flammea, Miasthenia, Valhalla, The Knickers, Panndora, Nervosa, Volkana, Sacrificed, Sinaya, Mallu Henndrys (Divine Death), Vittória Carmo (Placenta).

Documentário: (Miss)Representation

Quero abrir um espaço aqui no blog pra divulgar este documentário que acho que todas as garotas deveriam assistir e refletir sobre.
O filme foi escrito e dirigido por Jennifer Siebel Newsom e mostra a representação limitada e muitas vezes depreciativa das mulheres na mídia. 
A mídia influencia de maneira dramática o jeito de educar as meninas desde cedo, sugerindo que o valor principal da mulher reside em sua juventude, beleza e sexualidade, não na sua capacidade de liderar.
O documentário já foi transmitido no canal GNT sob o título de "Mulheres na Mídia". 

Esse é o link se quiserem salvar: http://vimeo.com/72015293

Abaixo, o doc completo e legendado.


MISS(FALTA DE) REPRESENTAÇÃO / Miss Representation (2011) LEGENDA PT from Miss Representacao on Vimeo.

27 de outubro de 2013

Look do Leitor: Bruna!

O Look do Leitor de hoje é do Bruna!

Quer participar da sessão Look do Leitor? Veja todos os participantes AQUI.

A Bruna tem 18 anos, estuda psicologia, é apaixonada por rock, metal industrial, literatura e ovelhas. Ela conta que  tinha uma certa vergonha de enviar fotos para essa categoria do blog porque o estilo dela não seria "tão alternativo quanto o do pessoal que costuma mandar"*. 
Puxa, ainda bem que ela perdeu a vergonha porque junto com as fotos ela me mandou o link do blog dela, que achei ótimo! Sempre estou de busca de blogs alternativos nacionais interessantes e originais e adorei o dela! A Bruna acredita na moda como uma forma de expressar personalidade e nos diferenciar dos demais. Este é o blog e recomendo que vocês deem uma passadinha lá, há vários outros looks e matérias:  http://chanelfakeblog.blogspot.com.br/

*Eu, como dona do blog acho que os looks ultra produzidos de baladas ou sessão de fotos são legais mas muitos de nós achamos interessantes os looks diários da pessoa. Como usar as roupas com o toque pessoal... O alternativo não segue tendências (à não ser que estas se encaixem em sua personalidade) e "usa o que quiser". Então, não se acanhem porque o look de vocês pode inspirar dezenas de pessouinhas no interior do Brasil que andam sem coragem de se expressar pelas roupas! ;D


 
 
 

25 de outubro de 2013

Na moda alternativa, todo dia é dia de Halloween!

Talvez maior prova de que Moda Alternativa e Halloween tem uma convivência muito próxima é um post que escrevi ano passado chamado "Halloween e a Moda alternativa" mostrando como a estética de terror está inserida na moda alternativa e ajudou a diversificá-la nos últimos anos. Alguém percebeu esse nicho estético e decidiu investir. E não é que a moda pegou? Hoje é muito difícil encontrar marcas estrangeiras que não invistam em estampas com caveiras, zumbis, bruxas, imagens de terror, morcegos, vermelho sangue, maquiagens dramáticas. É até difícil selecionar postagens antigas do blog com estes temas porque são muitas! 
E o que dizer de váááários editoriais que passaram aqui pelo blog com certa referência ao terror? Tanto editoriais mainstream quanto alternativos! Como o editorial alternativo Monster Mash-up e o recente "Primavera Assustadora" com aquele vestido de estampa liiiinda de morceguinhos! Isso só citando dois né? Porque como eu falei, tem MUITA matéria no blog mostrando que a moda alternativa se inspira muito em Halloween!

Vou postar abaixo um editorial que acabou de sair no site da loja Attitude com algumas roupas que eles estão vendendo atualmente. Reparem que algumas delas já estiveram aqui no blog 4 meses atrás [neste post]!! Uau, esse blog é antenado mesmo hein!! Enxergar à frente às tendências alternativas, esse é nosso lema! hehehe!! 
Reparem que na terceira foto a moça usa um vestido com estampa ocultista. O MdS foi o primeiro blog nacional a postar sobre estampas ocultistas logo que as primeiras surgiram em lojas estrangeiras. Hoje até lojas nacionais (de departamento) vendem... 
E como podem observar nas fotos, roupas com qualidade e estampas criativas permitem que você se vista inspirada no tema Halloween o ano todo sem parecer que está fantasiada.



 

24 de outubro de 2013

SORTEIO: Blusa Velvet da Persephone!

O Moda de Subculturas em parceria com a loja Persephone Dark Clothes & Corsets está sorteando a blusa da imagem abaixo. 
A blusa é parte da coleção Velvet e será sorteada uma peça sob medida.



É MUITO importante seguir TODAS as regrinhas, o não cumprimento de uma delas acarretará na desclassificação do participante.
O sorteio é exclusivamente pelo Facebook.

As regras são:
- Deixar seu o link de compartilhamento nos comentários, como explicado a seguir.

Como encontrar o endereço do seu link de compartilhamento?
Compartilhe a imagem do sorteio. Vá em seu perfil e clique na hora/minuto em que você compartilhou a imagem. Ela abrirá numa nova página. Este é o seu link de compartilhamento que você deve postar nos comentários da foto do sorteio na fanpage do MdS.

Porque é obrigatório comentar com o link do compartilhamento?
Porque este sorteio será feio pelo site random.org. As pessoas receberão seus números pela ordem dos comentários.

Porque não estou usando um aplicativo do facebook para este sorteio? 
Porque minhas últimas experiências com os aplicativos do facebook não se mostraram satisfatórias. O aplicativo parece tender a sortear "caça-sorteios" ou seja, pessoas que mais utilizaram o aplicativo independente de elas serem fãs do blog ou das marcas.


Sobre a loja Persephone
Você certamente já conhece a marca, ela já esteve algumas vezes aqui no blog como poderão ler nos links a seguir:

- Site da marca.
Fique com algumas imagens do mais recente editorial de fotos da loja:

 

EDITADO 08/11
Resultado do Sorteio:

20 de outubro de 2013

Picnic Vitoriano SP: Chá de 2013

O Picnic Vitoriano SP divulgou a data e tema de seu chá anual, trata-se do Chá das Cinco sob o tema "150 anos da invenção do metrô". Nem suspeitava que o metrô era um meio de transporte tão antigo assim, né? Pois é, foi criado na era vitoriana!
Todas as informações sobre o evento podem ser lidas [neste] post que é atualizado sempre (com novos links de pesquisa e informações).
O evento será dia 08 de dezembro de 2013, domingo. E será dividido em duas partes:
14h - Encontro na Estação de Metrô Armênia, Linha 1 Azul, para o Passeio Fotográfico e visita ao Museu dos Transportes.
17h - Chá das Cinco a ser servido na Casa de Pães Villa Bahia sob o preço individual de R$29,90, valor pago no dia diretamente para o estabelecimento. 

O dresscode é obrigatório mas como sempre, eles permitem releituras. O recorte histórico vai da Idade Média (476 d. C.) à Era Eduardiana (1918).

Email de contato para dúvidas:
picnic_sp@yahoo.com.br

O evento tem o apoio (claro!) do Moda de Subculturas e:

Acessem o site do PVSP para conhecer os eventos anteriores: http://picnicvitoriano.blogspot.com.br/


Picnic Histórico de Curitiba: Fotos!



O Picnic Histórico de Curitiba aconteceu no dia 13 desde mês. Ainda não há um post oficial no site do grupo mas assim que tiver, eu coloco o aqui neste post.
É possível ler o relato do evento no blogs pessoais das duas organizadoras, a Gio e a Aninha!
As fotos abaixo, do Facebook, são creditadas à Lincoln Schindler e Elisa Bahiense.


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