.Moda de Subculturas - Moda e Cultura Alternativa.: E Moda Alternativa no Brasil, Como Anda?

27 de janeiro de 2012

E Moda Alternativa no Brasil, Como Anda?

Ninguém melhor que os consumidores pra responder esta pergunta.

Desde que criei o blog, escrevi alguns posts sobre como eu via a moda alternativa no Brasil.
Já faz um bom tempo (mais de um ano?) que não faço posts assim, expondo minhas opiniões, críticas, análises e observações. Consumi pouca moda alternativa neste ano que passou. Foi um ano que optei por eu mesma fazer minhas roupas (o máximo que eu pudesse!) e comprei alguns poucos acessórios tanto em lojas mainstream quanto alternativas.

Então, gostaria que meus leitores que consomem moda alternativa nacional dessem sua opinião de como anda a oferta de produtos, a qualidade, os preços... e o que mais quiserem opinar.

Mas não vou deixar os lojistas de fora!
Os que quiserem comentar sobre como é manter uma loja/marca alternativa no Brasil, qual o comportamento do público, etc: fiquem à vontade!

Desta vez, o espaço no blog é de vocês!
Enviem suas opiniões pelos comentários.

Quer relembrar alguns de meus comentários e revoltas sobre a Moda Alternativa nacional nos últimos anos? Clique nos links abaixo:

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35 Comments

  1. Ótimo post e la vai Minha opinião..
    Sinceramente, está muito mais fácil importar coisas do que compra-las no Brasil.
    Eu moro em SP (o que seria o POLO da coisa toda no país)...
    Continuam as cópias, os valores absurdos para produtos simples e de má qualidade.
    Óbvio que existem as raras exceções, mas quem procura algo que dure e com estilo, geralmente importa ou investe mesmo.

    Muitos brasileiros do meio alternativo NÃO estão preparados para certos valores! Justamente por não terem uma informação de moda/criação/todo o trabalho que é de se confeccionar uma boa roupa, com bom acabamento e modelagem excelente.
    Esse foi um dos motivos de eu ter deixado a minha ideia de roupas pra noite/balada um pouco de lado (pois acabo costurando pra pessoas conhecidas e tal)!
    O que EU vejo ainda, é que tem gente TENTANDO fazer roupas! Digo Tentando porque são pessoas que não estão atualizadas com o mercado, não estudam mais a fundo a respeito dos tecidos e principalmente modelagem como citei acima!

    Enfim..tem muita água pra rolar ainda, e eu espero mesmo que o Brasil num todo cresça nesse aspecto, porque seria demais voltar na galeria do rock {por exemplo} que é o 'nosso shopping alternativo', e encontrar 99,9% das lojas de moda alternativa...ALTERNATIVA de fato, Enquanto isso não ocorre, eu prefiro mil vezes passear nos shoppings comuns e garimpar algumas peças e importar outras do que a mesmice e a falta de criatividade, qualidade e abuso no valor que ainda encontramos na galeria do rock.

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  2. Obrigada Thais!
    A profissionalização é sempre o melhor caminho mesmo! O que eu sei, é que as marcas estrangeiras que você está consumindo tem profissionais formados em Moda e Design na equipe, e isso, claro, ajuda muito! ^^

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  3. Esse assunto é muito bom de ser debatido,e quero muito saber a opinião de todos.
    Eu particularmente tenho uma grande decepção mas é com os consumidores,pois quando eu tinha a minha loja-atelier,eu fazia tudo oque podia,para dar aos meus clientes,preços bom,roupas sob medida,com detalhes à escolha do cliente,peças exclusivas,etc
    Acontece que assim que algumas lojas viram que podiam vender roupas nesse estilo,começaram a vender as peças dos mesmos representantes da Galeria,e o que aconteceu?Tive que fechar as portas pra não falir,pq os consumidores daqui não estavam interessados em qualidade e diferencial.
    Muitos clientes me pediam para fazer peças de outras grifes e eu respondia:Não faço cópias de grifes nacionais!Eles então corriam para a concorrência e compravam suas cópias mau feitas.Eu vejo muita reclamação,mas pouco apoio aos estilistas,costureiros,é muito difícil,quase impossível sobrevivermos apenas do trabalho com moda alternativa.Quantas grifes legais já vimos fecharem as portas?Como vamos melhorar dessa forma?Como vamos investir em materiais melhores e mais caros,se não tivermos retorno?É a mesma coisa que está acontecendo com os corsets,quem vende peças chinesas baratas está ganhando uma grana,mas pergunta para as corsetmakers (que não estão no mainstream)se é fácil sobreviver da confecção trabalhosa de corsets.Então fica meu desabafo e tbm a dica:se queremos o crescimento da moda alternativa no Brasil,vamos tbm valorizar o trabalho das pessoas que trabalham nessa area,se não existir consumidor não existirá grifes.

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  4. Muit legal o espaço pro pessoal comentar Sana, até mesmo os lojistas como você falou.
    Faz muito tempo que não consumo moda alternativa também, então não tenho muito a acrescentar hehe

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  5. Amoreca estou sorteando uma clutch de caveiras lá no meu blog. Vem participar

    Bjs

    Monike

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  6. Um pouco do lado do consumidor:
    Sou de Joinville, SC, 19 anos, desempregado, moro com os pais, trabalho na empresa deles, de salgadinhos, portanto, dependo da grana que eles me dão de vez em quando, o que me limita a gastar muito pouco, o que vai na maior parte pra acessórios, coisas pequenas e normalmente baratas. Eu tenho vontade de comprar as coisas, mas nem sempre dá, portando opto pelo mais em conta pra incrementar meu visual, tipo um suspensório, um relógio de bolso... Até hoje não comprei meu sobretudo porque com a grana que eu tenho não dá, minha mãe vive prometendo mas nunca me compra um, então minha indumentária vitoriana/steampunk se resume ao terno da formatura (que tá voltando a me servir agora que emagreci) e alguns acessórios pequenos... Vou ver se consigo um colete daqueles de tecido com bolsos pra usar por dentro do terno, um relógio de bolso e talvez um chapéu... A gente se vira como pode, né... Até porque em Joinville é meio dificil de achar as coisas, então tem que improvisar com as peças que acha...

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  7. Acho que esse tema é sempre interessante de ser abordado.

    Eu vejo uma situação típica 8 ou 80: o cliente que vai comprar algo mal feito só porque é mais barato, vai ir de loja em loja perguntando "quem faz mais barato", pechinchando, e dane-se se a roupa/acessório é um plágio, se tem mal acabamento ou é feito com tecido ruim.
    E também tem o cliente que vai comprar algo de marca, ou algo que simplesmente é mais conhecido, mais caro, só porque é de marca, achando que assim ele vai ser "muito mais tr00" do que os outros que fazem suas próprias roupas ou que valorizam trabalhos de lojas não tão conhecidas, porém que possuem trabalhos de primeira.

    Outro grande problema é a falta de criatividade, autenticidade, vinda tanto dos clientes quanto das lojas.

    O cliente quer um visual alternativo. Ele vai ver a foto da modelo gringa, e ele não vai se inspirar nela, ele vai COPIAR ela. (óbvio que a cópia fica bem mal feita e tosca, isso é inquestionável...só o cliente não vai perceber isso)
    Ou o que é pior, mesmo que a moda alternativa seja do tipo "sem limites, be yourself", eles vão se esforçar pra se vestir como a maioria dos "alternativos" se veste. Qual o resultado disso? As lojas que lançam coisas diferentes são prejudicadas, porque o que tem a maior saída é aquilo que todo mundo compra, seja porque aquele produto que vende é visto como algo "característico alternativo, se você não tem você não é", ou porque é sucesso lá fora (ou sucesso em tumblrs da vida).

    Isso realmente me surpreende, já que o povo brasileiro é visto como um povo criativo. Parece que mesmo dentro do mundo alternativo, que é visto pela massa como "pessoal diferente", existe uma quantia gigante de consumidores que montam um visual cópia da cópia, acredito que pela necessidade de se sentirem dentro de seu grupo, e como se apenas vestindo o uniforme de seu grupo as outras pessoas fossem acreditar que eles realmente tem "algo de diferente" do resto das pessoas.

    Acho que no dia que os alternativos brasileiros deixarem de se preocupar em "parecerem alternativos", e apenas serem eles mesmos, isso muda. Encontraremos mais variedade nas lojas, mais criações próprias sendo valorizadas. Mal posso esperar por esse dia, pena que ele ainda esteja tão distante.

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  8. @Chibi: Você falou coisas que já observei: a mania de copiar as modelos gringas. É inegável históricamente que nossas referências de moda vem do exterior, mas há um limite entre referência e cópia. Sinto falta de uma moda/estilo alternativo com a cara do Brasil.

    Outra coisa: outro dia uma pessoa me falou que eu não era "massificada". Na hora não entendi nada, mas depois caiu minha ficha: eu faço minhas roupas adaptadas ao meu gosto e ao clima de onde moro e muitos alternativos hoje estão tão parecidos, seja em roupas ou tipo de tattoo (vale pro exterior também) que acabaram se massificando. Cai na questão do "produto que é visto como algo "característico alternativo" que você citou, "a cópia da cópia".

    O povo brasileiro é mesmo criativo, mas na questão alternativa, ainda estamos muito com os gringos como referência e limitando nossa inteligência à apenas copiá-los. ^^

    Sua opinião é bastante observadora!

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  9. É, uma das coisas, q acho mais complicado é o preço das roupas por causa do público, em sua maioria jovens q dependem dos pais.
    Infelizmente, acabam recorrendo a lojas de fast fashion e aí fica aquela massificação de modelos.
    Acho fazer sua própria roupa algo maravilhoso, assim faz algo com as suas medidas e gosto. Quando se sabe costurar, é ótimo, pois o preço sai muito em conta, mas se depende de costureira, encarece um pouco mais, mas não tanto quanto as lojas famosas.
    O que fico preocupada é o fato do brasileiro em geral está preferindo comprar no exterior do q aqui porque ser mais barato em certos locais. Isto é algo terrível ao país, pois diminui a entrada de dinheiro e não valoriza nossos produtos. A Moda alternativa sofre ainda mais com isso, já que a variedade de peças e preços de fora é maior do que o daqui.
    Não sei o real motivo para esta dificuldade com a moda alternativa, por isso tem q se ter debates, para os comerciantes e consumidores chegarem numa conclusão.
    Acho que as pessoas querem consumir Moda alternativa diferente mas com preços baratos, imagino que este deve ser um dos caminhos...
    Bjkasssss

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  10. Lauren tocou num ponto interessante: uma boa parte dos consumidores de moda alternativa vão da adolescencia aos 20 e poucos anos. E muitos adolescente dependem dos pais, ganham mesada e se a roupa é cara, compram uma só e o resto investem em redes de fast fashion.

    Eu também acho ruim a preferência que muitos tem por importar, pois enfraquece o mercado nacional, mas talvez seja porque as roupas/acessórios de moda alternativa nacional estão um pouquinho caros. ^^

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  11. Recentemente tenho bisbilhotado em sites de lojas alternativas e percebido uma coisa: muitas dessas lojas exageram na produção de quase 100% de suas peças. Não dá pra comprar roupas mais básicas para o dia a dia ou quando a produção não exige algo chamativo. Como eu não saio muito (forever alone, rs), prefiro adquirir coisas mais simples e alguns acessórios, mas é difícil encontrar algo alternativo, simples e bonito. É tudo muito incrementado. Gosto de peças elaboradas, mas é uma coisa que não é sempre que eu vou usar. Acaba ficando encostada no armário. Parece que para essas lojas o que é alternativo SEMPRE tem que ser exagerado.

    Fuçando nessas lojas (que foi indicação desse blog!) encontrei o que eu queria, roupas com um bom preço (algumas nem tanto!) e umas peças mais simples. Não deu outra... comprei!

    Em uma outra loja não gostei muito do que vi, apenas de alguns acessórios, de resto achei bem amador... e clichê. Algumas produções diferentes não me agradaram nem um pouco. A criatividade foi longe demais e a peça ficou... feia. (Tô sendo boazinha, achei BEM pior...!)

    Ah, mais uma coisa: está faltando "um pouco" de elegância também, vi coisas beirando a vulgaridade, coisas mal feitas, que já pela foto se via o tipo de tecido de má qualidade e a costura torta, peças desarmônicas ou com "informações desencontradas" (adereços que não combinavam entre si).

    Eu gasto muito tempo garimpando lojas mainstream para encontrar roupas que tenham pelo menos "um pezinho" no alternativo. Algumas vezes encontro boas opções, inclusive de acessórios (nenhum descaradamente alternativo sozinho, mas no "conjunto da obra" ficam! rs).

    Eu sei que fica meio estranho o desabafo aqui, mas tenho muita dificuldade em encontrar um tênis (oi?) que tenha a minha cara. Reservo meus fins de semana para usar sapatilhas e coturno, e no dia a dia prefiro o conforto e a praticidade de um tênis. Porém, os únicos tênis que eu me sinto mais confortável de usar (esteticamente falando) é um All Star. Acontece que ele NÃO É confortável pra mim (oi, problemas ortopédicos!) e nos últimos tempos tenho achado muito "adolescente". Opções de tênis? Aqueles esportivos que estão muito longe de ter a minha cara, e se eu quiser algo mais "alternativo" o que eu terei? Um tênis emo ou de skatista. Tá difícil!
    Felizmente encontrei um tênis casual da Puma, e é até elegante! É o modelo Soleil FS W, preto. Mas foi só esse! E nem encontrei o meu número ainda ¬¬'

    (Ficou longo isso, me desculpe! ^^')
    Beijos!

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  12. Giuliana: Pode escrever o quanto quiser e desabafar à vontade. Este espaço é do leitor!!

    Concordo com vc em alguns aspectos. Eu sou das básicas que gosta de coisas diferentes, mas nada muito elaborado pro dia a dia. Roupas mais enfeitadas guardo pra momentos de festa.
    Em algumas destas postagens que deixei os links, cheguei a comentar sobre ter muita opção de roupa "pra sair" e pouca pro dia a dia. Quando falo em roupas pro dia a dia, são as básicas mesmo e de preferência baratas.

    Elegância: vai do perfil da marca. Tem marca que não tem esse perfil e nem intenciona ter.
    Peças que não combinam entre si: também já notei em algumas fotos, mas isso é a falta de um profissional de moda pra montar o look, o famoso styling. Parece mentira, mas uma boa produção de moda vende produtos.
    Acabamentos feios: infelizmente ainda é comum. Posso contar nos dedos as marcas nacionais com bom acabamento E caimento(visível em fotos!).

    Tênis: Eu tenho All Star e uso com uma palmilha a mais pois acho-o muito reto na sola. Variedade de tênis: acabo comprando os de couro todos pretos e básicos, para que possa combinar com tudo que eu tenho. No momento estou com um adidas que até aquelas listras são escuras. Tênis esportivo só pra ginástica mesmo. ^^

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  13. Já faz alguns anos que parei de procurar em lojas por roupas que se encaixem no meu estilo. Eu tenho a impressão de que as marcas brasileiras se apegaram somente à "roupa de cerimônia" e esqueceram que as pessoas, mesmo as alternativas, têm vida fora dos clubes e casas de show.Além disso, acho bastante complicado encontrar roupas alternativas em tamanhos maiores (44, 46, 48), o que acabou me levando à customização e à confecção das minhas próprias roupas.

    Eu fico muito frustrada por não conseguir me vestir do jeito que eu gostaria. Também não gosto da ideia de importar peças de roupa - muitas vezes financiando, assim, trabalho em condições de quase escravidão - quando temos tantas fábricas e lojas aqui no Brasil. Já falei sobre isso várias vezes na época do Sombria Elegância e aqui também: góticos, metallers, punks envelheceram. Nós queremos manter um mínimo socialmente aceitável do nosso estilo enquanto trabalhamos e batalhamos para pagar nossas contas. Será que as lojas brasileiras são tão carentes assim de observações do mercado consumidor?

    Uma última observação: nas raras vezes em que consegui encontrar alguma coisa do meu gosto e tamanho, fui presenteada com costuras frouxas e/ou tortas, barras mal-feitas e tecidos de qualidade questionável. Assim não dá!

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  14. A Mme. Mean também tocou num ponto muito bacana que são os tamanhos maiores do convencional.
    Eu abordei isso no meu tcc, e incrivelmente (ou nem tanto assim), no debate que rolou (no Senac, que foi onde estudei), me questionaram o PORQUE de fazer peças grandes para o pessoal alternativo, sendo que o estereótipo aqui são meninas/meninos magros!
    Confesso que do palco quase dei uma voadora, e mais uma vez percebi o quanto os brasileiros tem a limitação de pensamentos e realmente a criatividade.

    Eu não desisti do que eu acredito, e nem vou.
    Como citei no meu primeiro post, eu ainda acredito na evolução disso tudo.
    Tem gente com sede de mercado e tem gente com sede de cliente, só basta organizar tudo isso.

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  15. @Mean e Thaís: Essas pessoas merecem uma voadora mesmo rsrsr!
    Ainda essa semana falava com uma amiga que muitas das marcas alternativas estrangeiras, mesmo usando no catálogo fotos de muleres magras, elas tem grade de tamanhos grandes.
    Falamos sobre essa necessidade também no meu grupo de moda alternativa no Facebook, onde postamos alguns links de lojas e blogs alternativos que fazem moda plus.
    E acho um pouco absurdo quando as marcas daqui fazem tamanho plus mas cobram o dobro do preço da mesma peça em tamanho P. Ora, sabemos que são poucos centímetros a mais na modelagem que não justifica dobrar o preço.

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  16. Bom, eu concordo com muitas das opiniões acima e concordo com suas postagens Sana. E tenho que fazer coro aos comentários que reclamam das numerações...eu não me considero gorda, tenho uma estrutura larga e tenho 1,72 mais ou menos. Peso de 64 a 66 kg, é uma dificuldade encontrar algo que sirva. Roupas de festa diferentes praticamente não existem e geralmente as marcas alternativas trabalham até o M, e às vezes o que me serve é G mesmo. E as numerações malucas? Não sei meu manequim, pode ser 42,44...nunca sei. Acabo recorrendo às lojas populares, brechós ou mando fazer, porque tenho a impressão que não gosto de nada e quando gosto sempre mudo alguma coisa. Raramente compro em lojas alternativas, porque também acho os preços abusivos. E preço abusivo não pago! É diferente pagar mais caro por uma peça boa e durável, como um coturno de couro, uma jaqueta de vinil ou um corset. Mas pagar mais caro por uma camisetinha preta só porque possui um aplique de caveira? A gente até entende as dificuldades de manter uma loja para o público alternativo aberta, mas tem coisas que são inaceitáveis. Como eu moro em uma cidade do interior, aí fica mais difícil ainda, o que compro é sempre pela internet. Enfim, o assunto moda alternativa no Brasil dá pano para manga!

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  17. @Helena: Pois é, a maioria das roupas alternativas é mesmo de tamanho pequeno. Não respeita todos os formatos de corpos!

    Eu também não pago preço abusivo por um motivo muito simples: eu sou formada em moda, já trabalhei em confecção e sei quanto custa fazer uma roupa.

    Conheço tecidos e sei só de olhar numa foto quando o tecido é bom e não é; quando a modelagem é boa e quando ela não é e quando o acabamento é bom.
    Por conta disso, se uma peça vale o preço, eu pago. Mas se ela, como vc disse, tem uma estampa de caveira e o preço vai nas alturas, não compro de jeito nenhum!
    Também sou fã de peças básicas baratas que eu possa customizar e minhas as saias eu mesma faço comprando tecidos.
    Acessórios: em lojas mainstream eu encontro customizáveis e vez ou outra compro um acessório alternativo de preço compatível com a peça ;)

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  18. Eu não tenho comprado moda alternativa há algum tempo, eu confecciono minhas próprias roupas pois sou costureira e considero uma vantagem.Mesmo quando comprava em lojas alternativas raramente achei peças pra mim, já que uso tamanho 44/46 e tenho 1,8 m de altura, e tinha o dilema ou ficava curta ou não tinha o tamanho grande.Fora que costuras mal feitas e cortes mal posicionados (roupa que repuxa para um dos lados) era comum ser encontrada.
    Tecidos de má qualidade e preço baixo são proporcionais,estudo Técnico Têxtil e isso é muito comum. Os lojistas precisam estar atentos a esta questão,algumas exceções de promoções/queima de estoque de fabricantes de tecidos, tecido de qualidade utilizam matéria prima de qualidade, fios de qualidade, acabamentos de qualidade então encarecem o produto final, é fato.
    Atualização é fundamental pra quem está neste ramo, sejam costureiras sejam lojistas,o moda está sempre inovando sejam em materiais sejam em modelagens.
    É isso, espero ter contribuído um pouco nesta discussão.

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  19. Yuri Pereira (dandy u.u)13 de fevereiro de 2012 13:30

    Bom, Vamos lá !

    Sou Estudante, tenho 17 anos e no momento estou a procura de um estagio, então não é sempre que eu posso comprar minhas roupas. Como não saio muito, já que nn frequento baladas e shows, procuro ter um estilo bem básico, ai eu vou aonde? Galeria Do Rock ! chegando lá, preços absurdos, Roupas Iguais,tecidos ''fantasios'' que deixam a roupa com um aspecto trevoso, bem como uma fantasia ! Acessórios...bem, minhas experiências com aneis ... alem de nn durarem mt, se vc molhar eles quebram, sem falar num preço abusivo ! um dia fui procurar um colar ankh básico e discreto, pequeno sabe, com um material bem barato, queriam me cobrar 12 reais naquela mediocridade !logicamente eu nn comprei, era a msm coisa de jogar meu dinheiro no lixo...lojas góticas da galeria ! normalmente vende o de sempre ! Sobretudos , kilts (camisas vitorianas que se restrigem a peças andrógenas cheias de babado), peças de vinil/ couro...FUCK (descupem o palavreado) ! eu nn posso sair na rua com uma roupa dessa todo dia ! , alem do mais eu que nn saio pra lugar nenhum ! como é que eu vou passar o dia inteiro na escola com uma roupa de vinil/couro, num calor escaldante? sabe, sinto falta de roupas pro dia-a-dia,me considero iniciante nesse assunto de moda alternativa mas sou inteligente o sufuciente para saber discernir uma boa peça de roupa ! hehe.enfim, resumindo, para o unico shopping alternativo que conheço, as roupas e acessirios são tds iguais,fazendo com que os jovens andem uniformizados ! raramente eu acho algo legal pra comprar, é o caso daquele meu colete dandy sana rsrsrs, bem enfim é isso !

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  20. Não tenho o que comentar, eu acredito que tudo já tenha sido dito, mas como não li todos os comentários, teço o meu:

    Falta investir na profissionalização.No fim de 2011, uma loja gótica da Galeria estava recrutando vendedoras e como a vaga era religiosamente, exclusivamente e unicamente feminina há de se perder muito pois não é o sexo que define vocação. Mas essa é a ponta do iceberg somente.

    Tais lojas/ confecções não se preocupam em investir na qualidade, originalidade e versatilidade das peças. Isso se resolve contratando profissionais da área de moda alternativa como a própria editora deste blog; investindo em propaganda, outros públicos etc etc etc e honestidade...

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  21. Minha opnião é de dois lados eu produzo e também consumo, devido ao trabalho que dá fazer corsets, não tenho tempo de confeccionar peças pro dia a dia.

    1. muitas pessoas não estao dispostas a pagar valores altos, claro como comentado muita gente não tem grana mesmo, mas também acho uma questão cultural e de informação, as pessoas não sabem quanto tempo e quanto se gasta para produzir uma boa peça, seja corset, vestido etc
    2. O Brasil é o único país que conheço que aceita parcelamentos "casas bahia" (veja se ALGUM site importado tem lá 12x no cartão), o que facilita muito para o consumidor adiquirir uma peça mesmo que tenha um custo um pouquinho maior, mas mesmo assim ainda extiste uma lacuna empresa-cliente que eu não entendo rs por isso penso na questão de peças mais trabalhosas não serem valorizadas por se tratarem "de uma roupa"
    3. faltam sim peças um pouco mais em conta, tipo um "rock dia-a-dia" e que não sejam aquelas camisetas de banda rs estava lendo os comentários e vi que existem mais pessoas que sentem a falta desse tipo de produto. Esses dias comprei uma blusinha na galeria bem bonitinha, até usei ela esses dias no video do blog, mas é bem dificil encontrar esse tipo de peça.

    :-***

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  22. Ótimo Dhy!

    Como eu já trabalhei em confecção eu sei quanto tempo e insumos gastam-se pra fazer uma roupa. O preço é criado baseado nisso, na qualidade dos insumos e no nome da marca.

    Ainda penso que o pessoal consome pouco por causa da relação preço x qualidade. O pessoal tá mais esperto com a questão da qualidade, não tá comprando quando não é compatível.

    Mesmo assim ainda vejo pessoas por aqui considerando "lindas" peças caras e de péssima modelagem e acabamento. Nem sempre o preço alto de uma peça trabalhosa, é um preço adequado à qualidade. E as pessoas que pagam por isso são normalmente jovens ou pessoas sem senso apurado de qualidade.

    No exterior não tem parcelamento, mas a questão preço x qualidade lá é mais cobrada pelo público, pois se eles não gostam da peça podem devolver mesmo usada e ter o $$ de volta, o que é um preju pros lojistas.
    Ex: Se um vestido Hell Bunny lá custa o equivalente à 120 reais, ok eu pago. Mas não pago o mesmo Hell Bunny REVENDIDO aqui por R$300, porque se ele vale 120,00 convertido em reais é 120 que pagarei por ele. O pessoal que revende, nem tem empresa registrada, não pagam imposto e ao invés de trabalhar com um lucro de venda menor, colocam 200, 300% em cima! Isso deseduca o público, que em busca de uma peça diferente, aceita pagar o que é proposto sem pensar 2x se estão sendo explorados e pagando mais por uma peça que vale menos.

    É preciso ter em mente que a MAIORIA dos consumidores de moda alt. no Brasil é de jovens, universitários ou adolescentes que sobra pouca grana no fim do mês e aí claro, consome em menos quantidade, independente do preço da peça. Pode ver que quem compra peças mais caras como corsets, economiza por um tempo.

    Ainda acho que quem consome e está disposta a pagar preços mais altos é quem tem um pouco mais de grana e tem alguma cultura de moda ou mesmo tem o hábito de demonstrar status pelas roupas, esse público paga o preço que é pedido na etiqueta e não hesita se a peça tem qualidade ;)

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  23. Lendo todos os posts e comentários, eu confesso que me senti quase feliz por comprar + moda Lolita do que outros subestilos. Aqui no Brasil as meninas têm se virado relativamente bem, com algumas poucas lojas onde o acabamento e preço quase valem o excesso das que pecam nos mesmos quesitos, sendo roupas ou acessórios em geral. A única coisa que sinto + falta são sapatos Lolita de qualidade, que até agora não achei para vender no país.

    Como profissional de moda em formação que pretende trabalhar com moda alternativa, eu me sinto frustrada por um lado que talvez não tenham abordado: a dificuldade de profissionalização na área. É um tanto triste você querer aprender a fazer peças + elaboradas e não achar ngm que possa te ensinar como fazer, tirar suas dúvidas. Modelagem masculina, infantil, em malha... são praticamente ignoradas nas faculdades. Curso para trabalhar com materiais como couro e vinil, tanto para roupas como para calçados, é lenda.

    E o preconceito nas universidades? Quando fiz meu desfile de formatura com temática cyber, que sei que não ficou 100% mas me esforcei ao máximo para costurar com a pouca experiência que eu tenho, as reações foram desde gente rindo da minha cara a colocar o comentário de sempre "ah, lá vem a Tatiana com essas roupas estranhas..." Para fazer a coleção com tema cyber, tive que provar com artigos acadêmicos que o movimento cyberpunk e cybergoth eram tendência mundial para os próximos anos. Oi, provar que moda de subcultura é ten-dên-cia???

    Cansei de ver professor me mandando trocar de tema, público alvo e coisa e tal pq o que eu queria fazer "não vendia", pq quase ninguém usa moda japonesa(principalmente), histórica, underground etc... pq né? no Brasil não se veste esse tipo de coisa, qse não se vende...

    E o resultado tá ae: reclamações de todos os lados. Quem quer fazer certo não consegue, quem quer tirar vantagem faz coisa mal feita e quem quer usar se sente + frustrado ainda.

    Falta mão de obra especializada no Brasil. Falta incentivo do governo. Falta planejamento. E, principalmente, falta bom senso da parte tanto do empresário quanto do consumidor. Falta reconhecimento da importância dos 2 lados.

    Resumindo: Precisamos de roupas brasileiras para brasileiros. Temos clima, mentalidade e biotipos diferentes do resto do mundo. Vamos usar isso como vantagem, não como frustração, por favor.

    Desculpem o desabafo xO

    OBS: Aceito sugestões de cursos para a área.

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  24. Tati: Nossa! Passamos pelas mesmas coisas na faculdade! o/
    O curso todo foi obrigada a fazer trabalhos baseados nas tendências mundiais, resultado: só fazia o alternativo em raros trabalhos de tema livre. Concluí o curso com um TG sobre moda alternativa e ouvi absurdos da banca julgadora.

    Já faz algum tempo que comento sobre fazer moda alt. pra brasileiras de acordo com nosso clima, MESMO que as peças sejam cópias ou inspirações das peças gringas mas com tecidos, modelagens e estampas adaptadas.

    Falta também o pessoal que tem/ quer ter marca fazer um curso de moda na área de gerenciamento ou de desenvolvimento de produto, curso livre mesmo não faculdade, só pra saber mesmo como funcionam as coisas porque abrir uma marca sem ter profissionalização é mais fácil de cometer erros.

    Sobre cursos pra fazer peças mais elaboradas, minha dica é: curso de modelagem/modelagem em malha. Porque quando você aprende modelagem, você pode criar qualquer coisa! Basta fazer moldes teste até um dar certo na peça piloto OU fazer curso de moulage, mas como moulage é uma técnica feita com algodão cru e leva mais tempo na elaboração e desenvolvimento, consequentemente as peças que vc venderá baseadas na modelagem via moulage sairão mais caras.

    Couro, vinil, látex não sei de cursos mas existem livros importados que ensinam a fazer roupas. Deve ter algum curso que ensine a mexer com roupas de couro aí no sul do Brasil.

    Curso pra aprender a fazer calçado também existe no Brasil, acho que no RS e em SP na cidade de Franca.

    A melhor coisa é se formar na faculdade e fazer cursos livres de moda.
    Como moro em SP, pra mim é mais fácil pois o Senai Bom Retiro e o Senac Lapa dão ótimos cursos livres de moda o ano todo e o Senac Lapa tem uma biblioteca ma-ra-vi-lho-sa! Foi lá que pesquisei meu TG pois eles tem livros de subculturas e tem os livros que falei que ensinam a fazer roupas em couro, látex...

    Outra coisa: livro Modelagem Industrial Brasileira de Sonia Duarte e Sylvia Saggese (elas tem um só de saias também), recomendo comprar (se vc já não tiver), elas são brasileiras e desenvolveram um método de modelagem super fácil.

    Bjs e obrigada, ótimo comentário ;)

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  25. Falta tb investir na propaganda. O boca a boca funciona, mas qd vc tem um blog super legal as marcas não se interessam em anunciar ($)... e sim, elas estão precisando de publicidade

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  26. A gente precisa é de 1 semana de moda de subculturas pra divulgar as marcas, reunir o pessoal, ter palestras, desfiles, exposições,e td o + e ser feliz * o *

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  27. Oie Sana, realmente essa historia da "revenda" é um ponto bem negativo nosso, o jeitinho brasileiro né, o pessoal ve que quem consome esses produtos não tem cartão internacional aí vai lá compra tudo sem nota aos pouquinhos e revende em reais pelo preço que bem entender.

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  28. Concordo com a Tati, oq esta faltando é haver uma semana de moda alternativa...

    E eu já pensei 1000 vezes em em mesma meter a cara pra tentar organizar isso, só de raiva, mas sinceramente só não faço pq vejo tbm muita falta de interesse por parte das próprias marcas, ficar agitando as coisas via internet é bem fácil, mas meter a mão no bolso pra montar uma coleção e ir lá pra desfilar é bem complicado...

    Em dezembro participei do Fashion Mob, só com 4 modelos não profissionais e gastei para mais de 1200 reais, sem contar com material q já tinha estocado em casa, e não estou contando c/ mão de obra pq fiz tudo sozinha, isso q não consegui finalizar as peças como queria, pq não deu tempo, não consegui fotografo, nem maquiadora, eu iria desfilar com 6 modelos mas tive que dispensar 2 por falta de verba e tempo apertado, agora imaginem o quanto que se gastaria com umas 12 modelos, contando com confecção das peças, cachês e etc...

    Eu até poderia tentar organizar de verdade um tipo de evento assim, mas será mesmo q não iria passar vergonha lá no dia por desistência das demais marcas?

    Não estou generalizando, mas falta qualidade, comprometimento e profissionalismo neste meio, creio q talvez esse seja o principal motivo dele não ser levado a serio pq publico em potencial ha sim.

    É por isso que muitos estilistas acabam se conformando com o mercado convencional, é bem mais seguro.

    Quanto a parte de pagar para ter divulgação em outros blogs, é até certo ponto "interesantezinho" mas não é a solução. Costumo acompanhar o desempenho do meu site e blog via analytics e não vejo deste meio um retorno tão significante, até do meu próprio blog para o site é bem frustrante, não sei pq quem chega via blog para no lá no blog mesmo, ele esta cheio de links gritantes para o site e ainda ha quem me pergunte "pq eu não faço um site?" rsrsrs

    Acho q a tal semana de moda alternativa ou uma boa acessaria de imprensa seria uma solução bem eficaz para as marcas aparecerem para o mundo. Mas infelizmente para isso é preciso investir uma boa grana.

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  29. Val, eu trabalho com desfiles, sei como isso funciona, como é trabalhoso e como é caro. Não é impossível, mas como você mesma disse, tem que haver X lojas genuinamente comprometidas pro gasto valer a pena. Desfile é uma ótima vitrine, mas o gasto com ele é bem grande.

    Pagar banner em outros blogs pra ter retorno só se for num blog grande, com uns 10 mil por dia ou perto disso. O problema é que esses blogs , pra serem populares cobram um precinho bem alto por um banner aí a situação fica difícil.

    ^^

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  30. Meu maior problema é achar roupas que não sejam apenas para a noite. Minha roupas para do dia-a-dia se resumem em blusas compradas em lojas comuns mas com alguns diferenciais, como uma leve customização.
    Estou no momento fazendo um curso de modelagem e corte/costura(cai de paraquedas, faço Ciência da computação) exatamente para fazer peças que me agradam e (principalmente) com boa qualidade.

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  31. Essa discussão sobre a moda alternativa no Brasil é super pertinente e necessária,
    valeu a iniciativa do Moda de Subculturas ;)

    Ao pensar sobre a questão me dei conta que não sou uma consumidora de moda alternativa.
    Embora mantenha um estilo "alternativo", tudo que eu compro (e comprei), vem de lojas
    "normais" ou do exterior...e mesmo o que eu compro do exterior não é necessariamente de
    lojas alternativas, ao menos não no conceito de alternativo que temos por aqui.

    Sobre esta constatação que cheguei acerca da minha relação pessoal com a moda alternativa,
    não posso deixar de abrir um parêntese para outra questão, "afinal o que é alternativo?"

    Alternativo basicamente seria tudo aquilo que não faz parte do mainstream, mas na pratica não é
    tão simples, podemos falar de diferentes modas alternativas e/ou alternativas para a moda principal,
    mas no Brasil meio que subentendemos que alternativo é apenas aquilo que é dark, rock, punk, etc.
    No entanto não podemos esquecer que existem outras "alternativas" além dessas!

    Voltando ao ponto, existem muitas marcas de fora que apesar de manterem um estilo próprio,
    com uma pegada bem rock/dark, nunca estariam na Galeria do Rock. Não são do mainstream e
    nem são alternativas nesse sentido que entendemos. E ainda outras, que apesar de não seguirem
    um estilo dark/rock também não são parte da moda geral.

    Como o pessoal já comentou, a moda alternativa no Brasil ainda esta muito ligada a "fantasia". Se por um lado não há
    comprometimento das marcas em oferecer produtos de qualidade, por outro a maioria do publico não quer pagar por
    qualidade/criatividade, logo quem busca esses atributos tem de procurar em outro lugar ;(

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    Respostas
    1. Jaque, o universo alternativo é muito extenso como você disse! Moda indiana é alternativa, hip hop é alternativo, nudismo é universo alternativo, GLS é alternativo, S&M é alternativo, veganismo é alternativo. O blog foca mais na cultura rock, metal, gótica e punk porque são as que tenho mais afinidade, vivÊncia e interesse. Então sim, existem muitas alternativas além destas e outros blogs especializados nelas. ^^

      Em anos recentes, com o profissionalismo das empresas alternativas no exterior, surgiu o alternativo alta costura, algo que nunca se encaixaria na Galeria do Rock, assim como o alternativo autoral que também não se encaixaria lá e nem nos shoppings da vida.

      O mundo alternativo é vasto e fascinante! =)

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  32. Mas minha surpresa se deu justamente porque o meu "alternativo" é esse mesmo, dark/rock/metal/gótico hehehhe...e apesar disso constatei que não consumo a moda
    alternativa que é destinada a esse publico no Brasil ^^

    E estas marcas que eu me refiro, não são necessariamente alta costura, não sei se tu conhece, mas a norueguesa AntiSweden é um otimo exemplo disso, http://www.antidenim.no/index.phtml,
    eles se inspiram no black metal para fazer jeans, embora não seja uma marca voltada especificamente para quem curte BM!

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    Respostas
    1. A marca de alta costura foi só um exemplo da variedade de marcas que existem mundo afora que se inspiram no alternativo, assim como a marca que você deixou o link. ^^

      Mas não se espante, acho que há mais gente como você por aqui. Eu mesma consumo MUITO raramente a moda alternativa brasileira e normalmente compro acessórios. Já as roupas compro de lojas mainstream ou eu mesma faço pois sei costurar. Esse é um ponto bem interessante a ser debatido!

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